segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Para o presidente da Sky, proposta para a faixa de 2,5 GHz deve parar na Justiça.
Marineide Marques
Anatel desafia as operadoras de MMDS a convencê-la a mudar a proposta de uso da faixa
A proposta da Anatel de retirar parte do espectro das operadoras de TV paga em favor do Serviço Móvel Pessoal (SMP) deve parar na Justiça. A avaliação é do presidente da Sky, Luiz Eduardo Baptista, para quem as operadoras de MMDS deverão buscar todos os caminhos para assegurar seus direitos. “Se eu fosse dono de uma operação e o governo confiscasse o que me foi dado em contrato, eu iria buscar os meus direitos”, disse ele. A própria Sky é dona de uma operação de MMDS, a ITSA,adquirida no ano passado com o objetivo de complementar a oferta com o serviço de banda larga via WiMAX.
Baptista pondera que a Anatel erra ao atrelar o uso do espectro a um determinado serviço, no caso a TV paga. “O ideal seria receber o espectro e poder usá-lo como quiser”, disse ele, que deseja a faixa de 2,5 GHz apenas para banda larga. Na avaliação do executivo, o MMDS como serviço de TV por assinatura, acaba se prevalecer a proposta colocada em consulta pública pela Anatel, que reduz de 186 MHz para 50 MHz a faixa de espectro para essas operadoras a partir de 2016. “Ainda vamos avaliar o que fazer”, afirmou, referindo-se à ITSA.
Para o diretor de Planejamento da Sky, Roger Haick, não há modelo de negócios possível com 50 MHz. Em resposta, o superintendente de serviços de comunicação de massa da Anatel, Ara Apkar Minassian, desafiou as operadoras a participarem da consulta pública com contribuições “que tragam informações precisas sobre o mercado”, capazes de convencer a Anatel de que elas precisam de mais largura de banda. “Não adianta tentar só dizer o que vai acontecer no futuro”, afirmou Minassian, que participou do primeiro dia do Congresso ABTA 2009.
Ele evitou fazer comparações entre as várias tecnologias de TV paga, mas destacou que o cabo e o satélite (DTH) estão buscando seus nichos de mercado. “No MMDS, estamos rodando em círculos e muita gente não está fazendo nada”, disse ele, lembrando que em um ano, os novos players do mercado de DTH já abocanharam 1% do mercado de TV por assinatura.
http://www.telecomonline.com.br/noticias/para-o-presidente-da-sky-proposta-para-a-faixa-de-2-5-ghz-deve-parar-na-justica
Anatel desafia as operadoras de MMDS a convencê-la a mudar a proposta de uso da faixa
A proposta da Anatel de retirar parte do espectro das operadoras de TV paga em favor do Serviço Móvel Pessoal (SMP) deve parar na Justiça. A avaliação é do presidente da Sky, Luiz Eduardo Baptista, para quem as operadoras de MMDS deverão buscar todos os caminhos para assegurar seus direitos. “Se eu fosse dono de uma operação e o governo confiscasse o que me foi dado em contrato, eu iria buscar os meus direitos”, disse ele. A própria Sky é dona de uma operação de MMDS, a ITSA,adquirida no ano passado com o objetivo de complementar a oferta com o serviço de banda larga via WiMAX.
Baptista pondera que a Anatel erra ao atrelar o uso do espectro a um determinado serviço, no caso a TV paga. “O ideal seria receber o espectro e poder usá-lo como quiser”, disse ele, que deseja a faixa de 2,5 GHz apenas para banda larga. Na avaliação do executivo, o MMDS como serviço de TV por assinatura, acaba se prevalecer a proposta colocada em consulta pública pela Anatel, que reduz de 186 MHz para 50 MHz a faixa de espectro para essas operadoras a partir de 2016. “Ainda vamos avaliar o que fazer”, afirmou, referindo-se à ITSA.
Para o diretor de Planejamento da Sky, Roger Haick, não há modelo de negócios possível com 50 MHz. Em resposta, o superintendente de serviços de comunicação de massa da Anatel, Ara Apkar Minassian, desafiou as operadoras a participarem da consulta pública com contribuições “que tragam informações precisas sobre o mercado”, capazes de convencer a Anatel de que elas precisam de mais largura de banda. “Não adianta tentar só dizer o que vai acontecer no futuro”, afirmou Minassian, que participou do primeiro dia do Congresso ABTA 2009.
Ele evitou fazer comparações entre as várias tecnologias de TV paga, mas destacou que o cabo e o satélite (DTH) estão buscando seus nichos de mercado. “No MMDS, estamos rodando em círculos e muita gente não está fazendo nada”, disse ele, lembrando que em um ano, os novos players do mercado de DTH já abocanharam 1% do mercado de TV por assinatura.
http://www.telecomonline.com.br/noticias/para-o-presidente-da-sky-proposta-para-a-faixa-de-2-5-ghz-deve-parar-na-justica
Ausência de celulares baratos ainda inibe a 3G na América Latina
Marineide Marques
VP da Qualcomm aposta nos terminais de baixo custo e variedade de planos tarifários para disseminação da tecnologia
Celulares de terceira geração (3G) de baixo custo e oferta de uma maior variedade de planos tarifários serão decisivos para o crescimento da base de assinantes 3G na América Latina, na opinião da vice-presidente da Qualcomm para as Américas e Índia, Peggy Johnson. “Estamos bastante otimistas quanto ao futuro do WCDMA na região”, disse ela, que visita o Brasil esta semana e apresenta-se nesta quarta-feira no Congresso ABTA 2009.
Peggy destaca que apesar do esforço da indústria para disseminar a tecnologia, o mercado ainda carece de celulares 3G de baixo custo. A Qualcomm contabiliza cerca de 80 modelos na tecnologia 3G, mas quase que totalmente concentrados na faixa mais cara. No tocante aos planos tarifários para banda larga, o presidente da Qualcomm do Brasil, Paulo Breviglieri, destaca que as operadoras estão cada vez mais criativas na oferta de planos de dados que atendam aos vários perfis de clientes, em comparação à primeira fase da 3G, quando só havia planos ilimitados de dados.
Com base em pesquisas internacionais, Peggy avalia que a partir de 2010 o volume de celulares 3G deve ultrapassar as vendas de modelos de segunda geração. “As economias emergentes terão papel preponderante neste crescimento”, avaliou a executiva. Para a América Latina, a projeção é de que o mercado de reposição – com forte predominância da 3G – responda por 75% das vendas de celulares este ano. O porcentual deve crescer para 93% em 2014.
Na região, a expectativa é de que as vendas de terminais WCDMA ultrapassem os mercados dos Estados Unidos/Canadá, China, Índia e Japão até 2011. Além da maior densidade populacional da América Latina, o fenômeno pode ser explicado pelo fato de que a Índia ainda não licitou as frequências de 3G, ao passo que a China trabalha com um padrão próprio de terceira geração.
http://www.telecomonline.com.br/noticias/ausencia-de-celulares-baratos-ainda-inibe-a-3g-na-america-latina
VP da Qualcomm aposta nos terminais de baixo custo e variedade de planos tarifários para disseminação da tecnologia
Celulares de terceira geração (3G) de baixo custo e oferta de uma maior variedade de planos tarifários serão decisivos para o crescimento da base de assinantes 3G na América Latina, na opinião da vice-presidente da Qualcomm para as Américas e Índia, Peggy Johnson. “Estamos bastante otimistas quanto ao futuro do WCDMA na região”, disse ela, que visita o Brasil esta semana e apresenta-se nesta quarta-feira no Congresso ABTA 2009.
Peggy destaca que apesar do esforço da indústria para disseminar a tecnologia, o mercado ainda carece de celulares 3G de baixo custo. A Qualcomm contabiliza cerca de 80 modelos na tecnologia 3G, mas quase que totalmente concentrados na faixa mais cara. No tocante aos planos tarifários para banda larga, o presidente da Qualcomm do Brasil, Paulo Breviglieri, destaca que as operadoras estão cada vez mais criativas na oferta de planos de dados que atendam aos vários perfis de clientes, em comparação à primeira fase da 3G, quando só havia planos ilimitados de dados.
Com base em pesquisas internacionais, Peggy avalia que a partir de 2010 o volume de celulares 3G deve ultrapassar as vendas de modelos de segunda geração. “As economias emergentes terão papel preponderante neste crescimento”, avaliou a executiva. Para a América Latina, a projeção é de que o mercado de reposição – com forte predominância da 3G – responda por 75% das vendas de celulares este ano. O porcentual deve crescer para 93% em 2014.
Na região, a expectativa é de que as vendas de terminais WCDMA ultrapassem os mercados dos Estados Unidos/Canadá, China, Índia e Japão até 2011. Além da maior densidade populacional da América Latina, o fenômeno pode ser explicado pelo fato de que a Índia ainda não licitou as frequências de 3G, ao passo que a China trabalha com um padrão próprio de terceira geração.
http://www.telecomonline.com.br/noticias/ausencia-de-celulares-baratos-ainda-inibe-a-3g-na-america-latina
TVs pagas já admitem o fim do MMDS
Por Fatima Fonseca
11 de agosto de 2009
Os operadores de TV por assinatura já formaram suas opiniões sobre o futuro do MMDS no país e elas estão divididas: a maioria afirma que, mantidas as atuais propostas de destinação das faixas de frequência de 2,5 GHz colocadas em consulta pública e que transferem 140 MHz do MMDS para o SMP até 2015 (reserva apenas 50 MHz para o MMDS) significa o fim das operações por micro-ondas no país. A exceção foi a presidente da TVA Leila Loria, que acredita que há chances de se reverter a proposta em discussão. O assunto foi um dos temas de destaque na abertura do congresso da ABTA 2009, aberto hoje em São Paulo. “O MMDS está ameaçado por uma consulta pública, inviabilizando a TV paga e a banda larga em várias cidades do país, indo na contramão da universalização da banda larga”, afirmou Alexandre Annenberg, presidente da ABTA.
“O MMDS do jeito que está a consulta pública vai acabar, porque deixa o espectro limitado”, completou o presidente da Sky, Luiz Eduardo Baptista. “Está-se cometendo um novo erro com o mesmo viés do passado”, afirmou, defendendo que o ideal seria um consenso, “ter um limite de dotação do espectro independente de freqüência”, o que não acontece, segundo ele, porque “não querem concorrência”. A Sky finalizou este ano a compra da ITSA (Mais TV, antiga TV Filme), operadora de MMDS com a intenção entrar no mercado de banda larga. “Agora, não sei o que vou fazer com essa operação”, afirmou.
O presidente da Net, José Felix, disse que sua maior preocupação hoje é com o cabo e não com o MMDS. A Net tem três operações em MMDS (em Curitiba, Porto Alegre e Recife) e o maior problema, segundo ele, é em Recife, onde a empresa tem 31 canais, que ocupam atualmente 186 MHz. “Não sei como vamos resolver em Recife, talvez, digitalizar, fazer um investimento para o remanejamento dos canais”. Para Felix, o maior problema é que o país está “dando um passo contrário à competição e pró-concentração. Não tenho dúvida de que as freqüências ficarão nas mãos dos grandes grupos”, destacou. A aposta da Net, no entanto, sempre foi no cabo, enfatizou.
Já a presidente da TVA está otimista quanto a possibilidade de se reverter a proposta colocada em consulta pública. “Estamos vivendo de novo o que houve há três anos, quando tivemos uma consulta pública parecida com essa, embora não tão drástica. Durantre 14 meses trabalhamos junto a Anatel e depois saiu o regulamento para a primeira rede multisserviços”, lembrou Leila Loria.
11 de agosto de 2009
Os operadores de TV por assinatura já formaram suas opiniões sobre o futuro do MMDS no país e elas estão divididas: a maioria afirma que, mantidas as atuais propostas de destinação das faixas de frequência de 2,5 GHz colocadas em consulta pública e que transferem 140 MHz do MMDS para o SMP até 2015 (reserva apenas 50 MHz para o MMDS) significa o fim das operações por micro-ondas no país. A exceção foi a presidente da TVA Leila Loria, que acredita que há chances de se reverter a proposta em discussão. O assunto foi um dos temas de destaque na abertura do congresso da ABTA 2009, aberto hoje em São Paulo. “O MMDS está ameaçado por uma consulta pública, inviabilizando a TV paga e a banda larga em várias cidades do país, indo na contramão da universalização da banda larga”, afirmou Alexandre Annenberg, presidente da ABTA.
“O MMDS do jeito que está a consulta pública vai acabar, porque deixa o espectro limitado”, completou o presidente da Sky, Luiz Eduardo Baptista. “Está-se cometendo um novo erro com o mesmo viés do passado”, afirmou, defendendo que o ideal seria um consenso, “ter um limite de dotação do espectro independente de freqüência”, o que não acontece, segundo ele, porque “não querem concorrência”. A Sky finalizou este ano a compra da ITSA (Mais TV, antiga TV Filme), operadora de MMDS com a intenção entrar no mercado de banda larga. “Agora, não sei o que vou fazer com essa operação”, afirmou.
O presidente da Net, José Felix, disse que sua maior preocupação hoje é com o cabo e não com o MMDS. A Net tem três operações em MMDS (em Curitiba, Porto Alegre e Recife) e o maior problema, segundo ele, é em Recife, onde a empresa tem 31 canais, que ocupam atualmente 186 MHz. “Não sei como vamos resolver em Recife, talvez, digitalizar, fazer um investimento para o remanejamento dos canais”. Para Felix, o maior problema é que o país está “dando um passo contrário à competição e pró-concentração. Não tenho dúvida de que as freqüências ficarão nas mãos dos grandes grupos”, destacou. A aposta da Net, no entanto, sempre foi no cabo, enfatizou.
Já a presidente da TVA está otimista quanto a possibilidade de se reverter a proposta colocada em consulta pública. “Estamos vivendo de novo o que houve há três anos, quando tivemos uma consulta pública parecida com essa, embora não tão drástica. Durantre 14 meses trabalhamos junto a Anatel e depois saiu o regulamento para a primeira rede multisserviços”, lembrou Leila Loria.
Anatel quer que operadoras de MMDS justifiquem queda no número de assinantes
Marineide Marques
Agência também monitora crescimento no número de pedidos por canal de retorno para prestação de banda larga
A Superintendência de Comunicação de Massa da Anatel quer que algumas operadoras de MMDS expliquem porque vêm registrando queda no tráfego em suas redes e encolhimento no número de assinantes. Segundo o superintendente da agência, Ara Apkar Minassian, foram enviadas correspondências para “quatro ou cinco” operadoras com este perfil. “Pegamos aquelas que mais chamaram a atenção pela redução do tráfego”, afirmou.
Ele explica que as informações poderão servir de subsídio para a próxima rodada de renovação de licenças de MMDS, prevista para 2013. “Eu preciso ter argumentos para justificar as decisões”, disse ele, que esteve presente nesta terça-feira, 11, no primeiro dia do Congresso ABTA 2009, organizado pela Converge Comunicação.
A Anatel também vem monitorando outro movimento por parte das operadoras de MMDS. Segundo Minassian, nas últimas semanas cresceu o número de empresas que recorreu à agência pedindo canal de retorno para prestação de serviço de banda larga. O canal é necessário para que as operadoras prestem o serviço de valor agregado (SVA) com a outorga de MMDS. “Não pediram antes porque não vislumbraram a oportunidade. E agora todo mundo quer?”, questionou Minassian, sugerindo que o recente interesse esteja diretamente ligado à discussão em torno da retirada de parte do espectro das operadoras de MMDS.
Segundo o superintendente da Anatel, menos de 40 empresas, de um total de 82 outorgas concedidas, tinham autorização da Anatel para oferta de banda larga como SVA. O canal de retorno era concedido de forma gratuita pela Anatel até 2006, quando a resolução 429 encerrou a prática ao reservar parte do espectro para o Serviço de Comunicação Multimídia (SCM).
http://www.telecomonline.com.br/noticias/anatel-quer-que-operadoras-de-mmds-justifiquem-queda-no-numero-de-assinantes
Agência também monitora crescimento no número de pedidos por canal de retorno para prestação de banda larga
A Superintendência de Comunicação de Massa da Anatel quer que algumas operadoras de MMDS expliquem porque vêm registrando queda no tráfego em suas redes e encolhimento no número de assinantes. Segundo o superintendente da agência, Ara Apkar Minassian, foram enviadas correspondências para “quatro ou cinco” operadoras com este perfil. “Pegamos aquelas que mais chamaram a atenção pela redução do tráfego”, afirmou.
Ele explica que as informações poderão servir de subsídio para a próxima rodada de renovação de licenças de MMDS, prevista para 2013. “Eu preciso ter argumentos para justificar as decisões”, disse ele, que esteve presente nesta terça-feira, 11, no primeiro dia do Congresso ABTA 2009, organizado pela Converge Comunicação.
A Anatel também vem monitorando outro movimento por parte das operadoras de MMDS. Segundo Minassian, nas últimas semanas cresceu o número de empresas que recorreu à agência pedindo canal de retorno para prestação de serviço de banda larga. O canal é necessário para que as operadoras prestem o serviço de valor agregado (SVA) com a outorga de MMDS. “Não pediram antes porque não vislumbraram a oportunidade. E agora todo mundo quer?”, questionou Minassian, sugerindo que o recente interesse esteja diretamente ligado à discussão em torno da retirada de parte do espectro das operadoras de MMDS.
Segundo o superintendente da Anatel, menos de 40 empresas, de um total de 82 outorgas concedidas, tinham autorização da Anatel para oferta de banda larga como SVA. O canal de retorno era concedido de forma gratuita pela Anatel até 2006, quando a resolução 429 encerrou a prática ao reservar parte do espectro para o Serviço de Comunicação Multimídia (SCM).
http://www.telecomonline.com.br/noticias/anatel-quer-que-operadoras-de-mmds-justifiquem-queda-no-numero-de-assinantes
Clearwire diz que modelo brasileiro para 2,5 GHz não permite crescimento
terça-feira, 11 de agosto de 2009, 17h02
O vice-presidente de ecossistema e standard global da Clearwire, Ali Tabassi, comentou a nova destinação proposta pela Anatel à faixa de 2,5 GHz. Para ele, a proposta da Anatel impede o crescimento da operação de WiMAX. "50 MHz é bom para o começo, mas não dá oportunidade para crescer", diz ele lembrando que o espectro destinado ao MMDS pode ser ainda menor considerando a necessidade de uma banda de guarda de 5 MHz de cada lado. Tabassi também lembra que no modelo proposto caberia apenas uma operadora de WiMAX, ou duas com apenas 25 MHz cada. Em Portland nos EUA, a Clearwire iniciou a operação com 30 MHz, mas tem espaço para crescer até 120 MHz.
Outra crítica do executivo é com relação à proibição dos interessados em WiMAX de usar a tecnologia com mobilidade. O executivo afirma que o órgão regulador precisa "criar igualdade e não desigualdade", e pergunta: "por que o FDD é móvel e o TDD não é?", pergunta ele. Na verdade, a faixa FDD (das pontas do espectro) é móvel porque será destinada ao SMP, enquanto que o TDD (centro da faixa) é fixo porque ficou destinado ao SCM e ao MMDS. No edital de venda das novas faixas em 2,5 GHz, a Anatel poderá permitir a mobilidade na faixa de 2,5 GHz também para os blocos TDD, embora isso seja pouco provável uma vez que o debate em torno do assunto ainda está cru na agência.
Helton Posseti
http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=142763
O vice-presidente de ecossistema e standard global da Clearwire, Ali Tabassi, comentou a nova destinação proposta pela Anatel à faixa de 2,5 GHz. Para ele, a proposta da Anatel impede o crescimento da operação de WiMAX. "50 MHz é bom para o começo, mas não dá oportunidade para crescer", diz ele lembrando que o espectro destinado ao MMDS pode ser ainda menor considerando a necessidade de uma banda de guarda de 5 MHz de cada lado. Tabassi também lembra que no modelo proposto caberia apenas uma operadora de WiMAX, ou duas com apenas 25 MHz cada. Em Portland nos EUA, a Clearwire iniciou a operação com 30 MHz, mas tem espaço para crescer até 120 MHz.
Outra crítica do executivo é com relação à proibição dos interessados em WiMAX de usar a tecnologia com mobilidade. O executivo afirma que o órgão regulador precisa "criar igualdade e não desigualdade", e pergunta: "por que o FDD é móvel e o TDD não é?", pergunta ele. Na verdade, a faixa FDD (das pontas do espectro) é móvel porque será destinada ao SMP, enquanto que o TDD (centro da faixa) é fixo porque ficou destinado ao SCM e ao MMDS. No edital de venda das novas faixas em 2,5 GHz, a Anatel poderá permitir a mobilidade na faixa de 2,5 GHz também para os blocos TDD, embora isso seja pouco provável uma vez que o debate em torno do assunto ainda está cru na agência.
Helton Posseti
http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=142763
WiMAX usa só 30 MHz para a banda larga
Por Lia Ribeiro Dias
11 de agosto de 2009
Parceira das principais operadoras de cabo dos Estados Unidos no desenvolvimento de soluções de portabilidade para a plataforma WiMAX, a Clearwire está, no momento, desenvolvendo uma experiência em Portland, com velocidade média de 6,5 Mbps (pico de 19 Mbps) contra 1,4 Mbps em média da rede HSPA que opera na mesma cidade. Nessa experiência, para oferta da banda larga nessas velocidades são usados apenas 30 MHz.
A experiência da Clearwire, que está montando uma rede de inovação em WiMAX no Vale do Silício com parceiros como Intel, Cisco e Google, foi apresentada hoje, no Congresso ABTA 2009, que se realiza em São Paulo, por Ali Tabassi, responsável pela área de standards da empresa. Ele destacou, ainda, que o WiMAX já é uma tecnologia do presente, com um grande número de aplicações disponíveis e mais de cem tipos de dispositivos de acesso até o final do ano, número ampliado graças à utilização do WiFi como hot spot do backbone WiMAX.
Tanto Ali Tabassi quanto Tim Hewitt, executivo da WiMAX Fórum, deram destaque ao uso da plataforma WiMAX no provimento da banda larga, seja fixa seja em soluções de mobilidade. O que chamou a atenção do deputado Paulo Henrique Lustosa (PMDB/CE), um dos comentaristas. Ele observou que se é para fazer banda larga, e não vídeo, o MMDS não precisa de mais espectro dos que os 50 MHz que lhe estão destinados na consulta pública lançada pela Anatel. “Para conseguirem mais, os operadores precisam demonstrar que a oferta de triple play tem de ser encarada como política pública”. E esse, como reconheceu o secretário de Telecomunicações, Roberto Pinto Martins, não é o entendimento do governo, que na destinação das freqüências de 2,5 MHz, decidiu privilegiar a banda larga.,
11 de agosto de 2009
Parceira das principais operadoras de cabo dos Estados Unidos no desenvolvimento de soluções de portabilidade para a plataforma WiMAX, a Clearwire está, no momento, desenvolvendo uma experiência em Portland, com velocidade média de 6,5 Mbps (pico de 19 Mbps) contra 1,4 Mbps em média da rede HSPA que opera na mesma cidade. Nessa experiência, para oferta da banda larga nessas velocidades são usados apenas 30 MHz.
A experiência da Clearwire, que está montando uma rede de inovação em WiMAX no Vale do Silício com parceiros como Intel, Cisco e Google, foi apresentada hoje, no Congresso ABTA 2009, que se realiza em São Paulo, por Ali Tabassi, responsável pela área de standards da empresa. Ele destacou, ainda, que o WiMAX já é uma tecnologia do presente, com um grande número de aplicações disponíveis e mais de cem tipos de dispositivos de acesso até o final do ano, número ampliado graças à utilização do WiFi como hot spot do backbone WiMAX.
Tanto Ali Tabassi quanto Tim Hewitt, executivo da WiMAX Fórum, deram destaque ao uso da plataforma WiMAX no provimento da banda larga, seja fixa seja em soluções de mobilidade. O que chamou a atenção do deputado Paulo Henrique Lustosa (PMDB/CE), um dos comentaristas. Ele observou que se é para fazer banda larga, e não vídeo, o MMDS não precisa de mais espectro dos que os 50 MHz que lhe estão destinados na consulta pública lançada pela Anatel. “Para conseguirem mais, os operadores precisam demonstrar que a oferta de triple play tem de ser encarada como política pública”. E esse, como reconheceu o secretário de Telecomunicações, Roberto Pinto Martins, não é o entendimento do governo, que na destinação das freqüências de 2,5 MHz, decidiu privilegiar a banda larga.,
ZyXEL entra na disputa pelo mercado brasileiro de acesso em banda larga
Marineide Marques
Portfólio cobre modems e soluções para 3G, ADSL, VDSL, WiMAX, GEPON, SDH e MetroEthernet.
A taiwanesa ZyXEL acaba de desembarcar no Brasil para disputar o mercado de acesso em banda larga, incluindo modems para terceira geração (3G) e WiMAX. O foco da companhia são os mercados de telecom e corporativo, os quais pretende atender a partir de uma estrutura de canais.
O diretor da empresa no Brasil, David Ambrozio de Oliveira, explica que a companhia chega com um portfólio de soluções para ADSL, VDSL, WiMAX, GEPON, SDH e MetroEthernet, além de roteadores 3G, que permitem o compartilhamento do acesso de terceira geração por meio de uma rede Wi-Fi.
Os equipamentos chegam via importação neste primeiro momento, mas Oliveira assegura que a produção local é só uma questão de tempo para os itens de maior volume, incentivada pelos benefícios fiscais do Processo Produtivo Básico (PPB). “Já conversamos com um parceiro e desenhamos o modelo tributário. Assim que tivermos volume, a produção local será viável”, disse. A expectativa é que o Brasil represente nos próximos dois anos algo em torno de 3% do faturamento global da ZyXEL, que atualmente gira em torno de 480 milhões de dólares por ano. A meta até dezembro é realizar negócios no valor de US$ 5 milhões.
A Seal Telecom foi escolhida como integradora das soluções ZyXEL junto à Telefônica e distribuidora master para o mercado corporativo. Outras parceiras devem atender outras operadoras, segundo Oliveira. Ele assegura que, no longo prazo, os produtos da empresa chegarão ao consumidor final também via varejo.
http://www.telecomonline.com.br/noticias/zyxel-entra-na-disputa-pelo-mercado-brasileiro-de-acesso-em-banda-larga
Portfólio cobre modems e soluções para 3G, ADSL, VDSL, WiMAX, GEPON, SDH e MetroEthernet.
A taiwanesa ZyXEL acaba de desembarcar no Brasil para disputar o mercado de acesso em banda larga, incluindo modems para terceira geração (3G) e WiMAX. O foco da companhia são os mercados de telecom e corporativo, os quais pretende atender a partir de uma estrutura de canais.
O diretor da empresa no Brasil, David Ambrozio de Oliveira, explica que a companhia chega com um portfólio de soluções para ADSL, VDSL, WiMAX, GEPON, SDH e MetroEthernet, além de roteadores 3G, que permitem o compartilhamento do acesso de terceira geração por meio de uma rede Wi-Fi.
Os equipamentos chegam via importação neste primeiro momento, mas Oliveira assegura que a produção local é só uma questão de tempo para os itens de maior volume, incentivada pelos benefícios fiscais do Processo Produtivo Básico (PPB). “Já conversamos com um parceiro e desenhamos o modelo tributário. Assim que tivermos volume, a produção local será viável”, disse. A expectativa é que o Brasil represente nos próximos dois anos algo em torno de 3% do faturamento global da ZyXEL, que atualmente gira em torno de 480 milhões de dólares por ano. A meta até dezembro é realizar negócios no valor de US$ 5 milhões.
A Seal Telecom foi escolhida como integradora das soluções ZyXEL junto à Telefônica e distribuidora master para o mercado corporativo. Outras parceiras devem atender outras operadoras, segundo Oliveira. Ele assegura que, no longo prazo, os produtos da empresa chegarão ao consumidor final também via varejo.
http://www.telecomonline.com.br/noticias/zyxel-entra-na-disputa-pelo-mercado-brasileiro-de-acesso-em-banda-larga
Tráfego mensal de dados móveis em 2014 será superior a 2008
terça-feira, 4 de agosto de 2009, 16h06
O volume mensal de tráfego de dados móveis em 2014 ultrapassará o total registrado durante todo o ano de 2008, de acordo com pesquisa da ABI Research. Segundo o relatório, no ano passado foram transferidos 1,3 exabytes de dados, e a projeção é que em 2014 esse número atingirá 1,6 exabytes por mês.
Jeff Orr, analista sênior da consultoria, diz que, enquanto atualmente a maioria dos dados transferidos é feita por meio de smartphones, no futuro mais da metade do tráfego será realizada por laptops com modems 3G ou 4G (LTE – Long Term Evolution).
Orr também avalia que o crescimento no volume de dados transferidos vai aumentar devido à maior mobilidade proporcionada pela tecnologia 4G. O analisa avalia ainda que, por causa da maior demanda por aparelhos portáteis com acesso à internet, o mercado apresentará uma variedade maior de dispositivos móveis, ampliando as vias de acesso à rede no mundo.
Da Redação
http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=142423
O volume mensal de tráfego de dados móveis em 2014 ultrapassará o total registrado durante todo o ano de 2008, de acordo com pesquisa da ABI Research. Segundo o relatório, no ano passado foram transferidos 1,3 exabytes de dados, e a projeção é que em 2014 esse número atingirá 1,6 exabytes por mês.
Jeff Orr, analista sênior da consultoria, diz que, enquanto atualmente a maioria dos dados transferidos é feita por meio de smartphones, no futuro mais da metade do tráfego será realizada por laptops com modems 3G ou 4G (LTE – Long Term Evolution).
Orr também avalia que o crescimento no volume de dados transferidos vai aumentar devido à maior mobilidade proporcionada pela tecnologia 4G. O analisa avalia ainda que, por causa da maior demanda por aparelhos portáteis com acesso à internet, o mercado apresentará uma variedade maior de dispositivos móveis, ampliando as vias de acesso à rede no mundo.
Da Redação
http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=142423
ABTA: retirada de espectro e insegurança jurídica inviabilizam MMDS. | Marineide Marques
Presidente da entidade assegura que só a oferta de vídeo não sustenta o negócio, que tende a morrer.
A retirada de 140 MHz do espectro de 2,5 GHz detido pelas operadoras de TV via MMDS deve inviabilizar os negócios e marcar o fim das empresas, na avaliação do presidente da Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA), Alexandre Annenberg. “Com apenas 50 MHz não se vai a lugar algum”, disse ele. O executivo avalia que, além do fato de que a oferta só de vídeo não sustentar o negócio, os empresários não se sentirão seguros para investir na digitalização do serviço, medida necessária para otimizar o uso do espectro. “Quem vai investir em um cenário de insegurança jurídica?”, questiona.
Na semana passada, a Anatel aprovou consulta pública propondo a retirada de 140 MHz do total de 190 MHz da faixa de 2,5 GHz hoje controlada pelas operadoras de MMDS. A partir de 2013, as operadoras móveis devem ganhar parte do espectro para implementação de redes de quarta geração na tecnologia Long Term Evolution (LTE). “As celulares querem confiscar o espectro para uma tecnologia que só estará pronta daqui a cinco anos”, reclamou Annenberg.
Mesmo com a digitalização dos 50 MHz restantes, as operadoras só teriam condições de oferecer 50 canais sem alta definição. “A limitação mata o MMDS”, diz o presidente da ABTA, lembrando que os investimentos em digitalização feitos por algumas operadoras tinham o retorno baseado na oferta de serviços de voz e dados, que ocupariam o espectro disponível. Com a proposta de consulta pública, isso fica inviabilizado.
O uso da tecnologia WiMAX na faixa de 2,5 GHz é tema do segundo painel do Congresso ABTA 2009, que começa na terça-feira em São Paulo, sob organização da Converge Comunicações. É esperada a participação de Ali Tabassi, vice-presidente da Clearwire, operadora americana que planeja cobrir os Estados Unidos com uma rede WiMAX.
http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=142423
A retirada de 140 MHz do espectro de 2,5 GHz detido pelas operadoras de TV via MMDS deve inviabilizar os negócios e marcar o fim das empresas, na avaliação do presidente da Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA), Alexandre Annenberg. “Com apenas 50 MHz não se vai a lugar algum”, disse ele. O executivo avalia que, além do fato de que a oferta só de vídeo não sustentar o negócio, os empresários não se sentirão seguros para investir na digitalização do serviço, medida necessária para otimizar o uso do espectro. “Quem vai investir em um cenário de insegurança jurídica?”, questiona.
Na semana passada, a Anatel aprovou consulta pública propondo a retirada de 140 MHz do total de 190 MHz da faixa de 2,5 GHz hoje controlada pelas operadoras de MMDS. A partir de 2013, as operadoras móveis devem ganhar parte do espectro para implementação de redes de quarta geração na tecnologia Long Term Evolution (LTE). “As celulares querem confiscar o espectro para uma tecnologia que só estará pronta daqui a cinco anos”, reclamou Annenberg.
Mesmo com a digitalização dos 50 MHz restantes, as operadoras só teriam condições de oferecer 50 canais sem alta definição. “A limitação mata o MMDS”, diz o presidente da ABTA, lembrando que os investimentos em digitalização feitos por algumas operadoras tinham o retorno baseado na oferta de serviços de voz e dados, que ocupariam o espectro disponível. Com a proposta de consulta pública, isso fica inviabilizado.
O uso da tecnologia WiMAX na faixa de 2,5 GHz é tema do segundo painel do Congresso ABTA 2009, que começa na terça-feira em São Paulo, sob organização da Converge Comunicações. É esperada a participação de Ali Tabassi, vice-presidente da Clearwire, operadora americana que planeja cobrir os Estados Unidos com uma rede WiMAX.
http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=142423
Costa quer destinação da faixa de 2,5 GHz em concordância com política pública
Por Lúcia Berbert
04 de agosto de 2009
A realização de consulta pública pela Anatel sobre a destinação da faixa de 2,5 GHz não significa que a decisão sobre o uso da frequência esteja definida. A afirmação foi feita hoje pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, ao analisar a proposta que transfere 140 MHz da faixa do MMDS para a telefonia móvel até 2015. “Isso é uma consulta pública, onde vamos saber se é bom para a população, se é este o caminho a ser adotado, mas a gente não pode esquecer nunca que quem faz política pública de telecomunicações é o governo, não é a agência”, destacou.
Costa negou que a reserva da faixa para a telefonia móvel não resultará em monopólio no provimento de banda larga no país. “Nós vamos acompanhar a movimentação, no sentido de ver se existe qualquer vestígio de monopolização e se isso acontecer, vamos chamar a atenção para a discussão do processo e, se for preciso, intervir”, disse.
O ministro disse que a utilização da faixa de 2,5 GHz precisa assegurar que os pequenos provedores e as pequenas cidades sejam atendidos. “Não queremos que seja repetida aquela situação que nós vimos no passado, quando a empresa conseguiu a frequência e ficou cinco anos esperando para poder ter a solução sobre o oferecimento do serviço”, disse.
Costa disse que a Anatel deve aproveitar a consulta pública para melhorar a proposta, ouvindo todas as partes. Mas advertiu que antes de emitir o regulamento, o Minicom terá que ser ouvido para saber se a norma está de acordo com a política pública.
04 de agosto de 2009
A realização de consulta pública pela Anatel sobre a destinação da faixa de 2,5 GHz não significa que a decisão sobre o uso da frequência esteja definida. A afirmação foi feita hoje pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, ao analisar a proposta que transfere 140 MHz da faixa do MMDS para a telefonia móvel até 2015. “Isso é uma consulta pública, onde vamos saber se é bom para a população, se é este o caminho a ser adotado, mas a gente não pode esquecer nunca que quem faz política pública de telecomunicações é o governo, não é a agência”, destacou.
Costa negou que a reserva da faixa para a telefonia móvel não resultará em monopólio no provimento de banda larga no país. “Nós vamos acompanhar a movimentação, no sentido de ver se existe qualquer vestígio de monopolização e se isso acontecer, vamos chamar a atenção para a discussão do processo e, se for preciso, intervir”, disse.
O ministro disse que a utilização da faixa de 2,5 GHz precisa assegurar que os pequenos provedores e as pequenas cidades sejam atendidos. “Não queremos que seja repetida aquela situação que nós vimos no passado, quando a empresa conseguiu a frequência e ficou cinco anos esperando para poder ter a solução sobre o oferecimento do serviço”, disse.
Costa disse que a Anatel deve aproveitar a consulta pública para melhorar a proposta, ouvindo todas as partes. Mas advertiu que antes de emitir o regulamento, o Minicom terá que ser ouvido para saber se a norma está de acordo com a política pública.
Para ABTA, sem espectro, o MMDS morre.
Por Fatima Fonseca
04 de agosto de 2009
O tema central nas discussões da edição 2009 da feira e congresso da ABTA (Associação Brasileira de TV por Assinatura) será a destinação da faixa de 2,5 GHz, usada atualmente pelos operadores de MMDS (TV paga por micro-ondas). A proposta da Anatel, colocada ontem em consulta pública, é de transferir, até 2015, 140 MHz do MMDS para o SMP (Serviço Móvel Pessoal), reservando apenas 50 MHz para o MMDS. "A operação do MMDS como serviço de vídeo não se sustenta. Ou as empresas são autorizadas a fornecer vídeo, voz e dados, ou o MMDS morre", afirmou hoje o presidente da ABTA, Alexandre Annenberg, na coletiva realizada para anunciar o congresso. O evento acontece na próxima semana, nos dias 11, 12 e 13, em São Paulo.
Annenberg voltou a reafirmar que o objetivo de uma política de telecomunicações no mundo convergente deveria atender a duas premissas, a da competição e da universalização da banda larga, enfatizando que o MMDS atende a esses dois requisitos. No caso da banda larga, destacou, pode ser usado hoje com a tecnologia WiMAX, e em alguns anos, com a LTE (tecnologia considerada de quarta geração da telefonia móvel). Para Annenberg, o que está havendo é "um confisco" de parte do espectro onde o MMDS atua. "As celulares querem confiscar parte do espectro para, daqui a cinco anos, usar a LTE e fazer banda larga, enquanto o MMDS pode oferecer a banda larga hoje, com a tecnologia WiMAX", afirmou.
Outros desafios
Outros desafios que também serão destaque no evento da ABTA são o ponto extra da TV por assinatura, o PL 29, em tramitação na Câmara dos Deputados, a ampliação da oferta de banda larga e como aumentar a penetração da TV por assinatura nas classes de poder econômico mais baixo.
Annenberg destacou que a feira e o congresso acontecem neste ano no momento em que a TV por assinatura completa 20 anos no país, e destacou alguns números do segmento, que encerrou 2008 com 6,3 milhões de assinantes, faturamento de R$ 9,3 bilhões e 16,8 mil empregados diretos. A estimativa para 2009 é de um faturamento de R$ 7 bilhões. No serviço de banda larga, a entidade estima crescimento de 30% sobre os 2,6 milhões de assinantes em 2008.
http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=12728&Itemid=105
04 de agosto de 2009
O tema central nas discussões da edição 2009 da feira e congresso da ABTA (Associação Brasileira de TV por Assinatura) será a destinação da faixa de 2,5 GHz, usada atualmente pelos operadores de MMDS (TV paga por micro-ondas). A proposta da Anatel, colocada ontem em consulta pública, é de transferir, até 2015, 140 MHz do MMDS para o SMP (Serviço Móvel Pessoal), reservando apenas 50 MHz para o MMDS. "A operação do MMDS como serviço de vídeo não se sustenta. Ou as empresas são autorizadas a fornecer vídeo, voz e dados, ou o MMDS morre", afirmou hoje o presidente da ABTA, Alexandre Annenberg, na coletiva realizada para anunciar o congresso. O evento acontece na próxima semana, nos dias 11, 12 e 13, em São Paulo.
Annenberg voltou a reafirmar que o objetivo de uma política de telecomunicações no mundo convergente deveria atender a duas premissas, a da competição e da universalização da banda larga, enfatizando que o MMDS atende a esses dois requisitos. No caso da banda larga, destacou, pode ser usado hoje com a tecnologia WiMAX, e em alguns anos, com a LTE (tecnologia considerada de quarta geração da telefonia móvel). Para Annenberg, o que está havendo é "um confisco" de parte do espectro onde o MMDS atua. "As celulares querem confiscar parte do espectro para, daqui a cinco anos, usar a LTE e fazer banda larga, enquanto o MMDS pode oferecer a banda larga hoje, com a tecnologia WiMAX", afirmou.
Outros desafios
Outros desafios que também serão destaque no evento da ABTA são o ponto extra da TV por assinatura, o PL 29, em tramitação na Câmara dos Deputados, a ampliação da oferta de banda larga e como aumentar a penetração da TV por assinatura nas classes de poder econômico mais baixo.
Annenberg destacou que a feira e o congresso acontecem neste ano no momento em que a TV por assinatura completa 20 anos no país, e destacou alguns números do segmento, que encerrou 2008 com 6,3 milhões de assinantes, faturamento de R$ 9,3 bilhões e 16,8 mil empregados diretos. A estimativa para 2009 é de um faturamento de R$ 7 bilhões. No serviço de banda larga, a entidade estima crescimento de 30% sobre os 2,6 milhões de assinantes em 2008.
http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=12728&Itemid=105
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Clearwire Launches in 10 New Markets
AUGUST 3, 2009
Clearwire LLC (Nasdaq: CLWR) has started selling mobile services in eight smaller Texas towns and cities as well as in Boise, Idaho, and Bellingham, Wash., and says that services will officially be launched on Sept. 1.
A company spokesman says that the Clear mobile service is available now in these markets through its online sales channel. Official market launches will happen at the start of September, much as Clear did in Atlanta and Las Vegas. (See Clearwire to Launch in Vegas on 21st, Clearwire Goes Live in Atlanta, and Clear to Roam Beyond Vegas.)
The operator is going back to its Texas origins with the new launches. Back in 2002 before Craig McCaw was involved with the operation, the company, then called "Clearwire Technologies," was talking about using mobile broadband to unwire local neighborhoods. (See A Clearwire Timeline .)
The Texan markets to be launched include:
Abilene
Amarillo
Corpus Christi
Lubbock
Midland/Odessa
Killeen/Temple
Waco
Wichita Falls
Clearwire says that it typically offers 3-Mbit/s to 6-Mbit/s download speeds over its WiMax network. The operator has just started to double the uplink speed that is typically offered to 1 Mbit/s. (See Clear Doubles Up in Oregon.)
Clearwire's move to launch a number of smaller markets answers a question that some had about how the operator would be in 80 markets by the end of 2010: Evidently not all of these are going to be major cities.
The Kirkland, Wash.-based operator has been working on its Texan strategy for a while. Unstrung first noted that Clearwire was busy hiring in Texas in November 2008. (See Clearwire on the Hiring Trail.)
The operator is expected to stay in the Lone Star State for its next major launch in the Dallas-Fort Worth area. (See Clearwire Gearing Up for Dallas & Seattle?)
— Dan Jones, Site Editor, Unstrung
Clearwire LLC (Nasdaq: CLWR) has started selling mobile services in eight smaller Texas towns and cities as well as in Boise, Idaho, and Bellingham, Wash., and says that services will officially be launched on Sept. 1.
A company spokesman says that the Clear mobile service is available now in these markets through its online sales channel. Official market launches will happen at the start of September, much as Clear did in Atlanta and Las Vegas. (See Clearwire to Launch in Vegas on 21st, Clearwire Goes Live in Atlanta, and Clear to Roam Beyond Vegas.)
The operator is going back to its Texas origins with the new launches. Back in 2002 before Craig McCaw was involved with the operation, the company, then called "Clearwire Technologies," was talking about using mobile broadband to unwire local neighborhoods. (See A Clearwire Timeline .)
The Texan markets to be launched include:
Abilene
Amarillo
Corpus Christi
Lubbock
Midland/Odessa
Killeen/Temple
Waco
Wichita Falls
Clearwire says that it typically offers 3-Mbit/s to 6-Mbit/s download speeds over its WiMax network. The operator has just started to double the uplink speed that is typically offered to 1 Mbit/s. (See Clear Doubles Up in Oregon.)
Clearwire's move to launch a number of smaller markets answers a question that some had about how the operator would be in 80 markets by the end of 2010: Evidently not all of these are going to be major cities.
The Kirkland, Wash.-based operator has been working on its Texan strategy for a while. Unstrung first noted that Clearwire was busy hiring in Texas in November 2008. (See Clearwire on the Hiring Trail.)
The operator is expected to stay in the Lone Star State for its next major launch in the Dallas-Fort Worth area. (See Clearwire Gearing Up for Dallas & Seattle?)
— Dan Jones, Site Editor, Unstrung
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Consulta sobre 2,5 GHz inclui questões sobre compromissos de abrangência
03 de agosto de 2009
Tem início hoje a consulta pública da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) sobre a destinação da faixa de 2,5 GHz, que prevê a transferência, até 2015, de 140 MHZ do MMDS (TV paga por micro-ondas) para o SMP (Serviço Móvel Pessoal). As contribuições poderão ser feitas até o dia 16 de setembro. A consulta inclui o pedido de sugestões sobre compromissos de abrangência, cobertura e capacidade, aos interessados no uso dessas faixas de radiofreqüências, de forma a contribuir com o processo de disseminação do uso de aplicações de banda larga e inclusão digital no território brasileiro, inclusive em localidades com população inferior a 100 mil habitantes.
Pela proposta, até 31 de dezembro de 2012, o uso da faixa de radiofreqüências de 2.500 MHz a 2.690 MHz, será em caráter primário, sem exclusividade pelo MMDS. Aapós de 31 de dezembro de 2012, o uso das subfaixas de radiofreqüências de 2.500 MHz a 2.510 MHz e de 2.570 MHz a 2.630 MHz, será em caráter primário, sem exclusividade, e das subfaixas de radiofreqüências de 2.510 MHz a 2.570 MHz e de 2.630 MHz a 2.690 MHz, será em caráter secundário. Após de 31 de dezembro de 2015, o uso das subfaixas de radiofreqüências de 2.570 MHz a 2.620 MHz, será em caráter primário, sem exclusividade, e as demais subfaixas será em caráter secundário.
O texto estabelece também que o uso da subfaixa pelo MMDS decorrente de autorização existente ou de prorrogação de autorização, devem se adequar até as respectivas datas indicadas nas alíneas citadas. E que não seja expedida nova autorização de uso de radiofreqüência ou consignada nova radiofreqüência a estação já licenciada, para prestação do MMDS, nas subfaixas de radiofreqüências de 2500 MHz a 2.570 MHz e de 2.620 MHz a 2.690 MHz.
Na justificativa da proposta, a agência cita a LGT (Lei Geral de Telecomunicações) , que a autoriza a modificar, a qualquer tempo, a destinação de radiofreqüências ou faixas, desde que o interesse público ou o cumprimento de convenções ou tratados internacionais assim o determine, fixando prazo adequado e razoável para efetivação das mudanças. Ressalta também a conveniência de se adequar o uso da faixa às tendências internacionais e destaca que o PGR (Plane Geral de Atualização da Regulamentação das Telecomunicações) estabelece como propósito estratégico, massificar a banda larga por meio do estímulo ao surgimento de vários prestadores de acesso e do estímulo ao uso da infraestrutura existente, a criação de ambiente favorável ao surgimento e fortalecimento de novos prestadores de pequeno e médio porte em nichos específicos de mercado, como também a simplificação da regulamentação com vistas à convergência. (Da redação)
http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=12707&Itemid=105
Tem início hoje a consulta pública da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) sobre a destinação da faixa de 2,5 GHz, que prevê a transferência, até 2015, de 140 MHZ do MMDS (TV paga por micro-ondas) para o SMP (Serviço Móvel Pessoal). As contribuições poderão ser feitas até o dia 16 de setembro. A consulta inclui o pedido de sugestões sobre compromissos de abrangência, cobertura e capacidade, aos interessados no uso dessas faixas de radiofreqüências, de forma a contribuir com o processo de disseminação do uso de aplicações de banda larga e inclusão digital no território brasileiro, inclusive em localidades com população inferior a 100 mil habitantes.
Pela proposta, até 31 de dezembro de 2012, o uso da faixa de radiofreqüências de 2.500 MHz a 2.690 MHz, será em caráter primário, sem exclusividade pelo MMDS. Aapós de 31 de dezembro de 2012, o uso das subfaixas de radiofreqüências de 2.500 MHz a 2.510 MHz e de 2.570 MHz a 2.630 MHz, será em caráter primário, sem exclusividade, e das subfaixas de radiofreqüências de 2.510 MHz a 2.570 MHz e de 2.630 MHz a 2.690 MHz, será em caráter secundário. Após de 31 de dezembro de 2015, o uso das subfaixas de radiofreqüências de 2.570 MHz a 2.620 MHz, será em caráter primário, sem exclusividade, e as demais subfaixas será em caráter secundário.
O texto estabelece também que o uso da subfaixa pelo MMDS decorrente de autorização existente ou de prorrogação de autorização, devem se adequar até as respectivas datas indicadas nas alíneas citadas. E que não seja expedida nova autorização de uso de radiofreqüência ou consignada nova radiofreqüência a estação já licenciada, para prestação do MMDS, nas subfaixas de radiofreqüências de 2500 MHz a 2.570 MHz e de 2.620 MHz a 2.690 MHz.
Na justificativa da proposta, a agência cita a LGT (Lei Geral de Telecomunicações) , que a autoriza a modificar, a qualquer tempo, a destinação de radiofreqüências ou faixas, desde que o interesse público ou o cumprimento de convenções ou tratados internacionais assim o determine, fixando prazo adequado e razoável para efetivação das mudanças. Ressalta também a conveniência de se adequar o uso da faixa às tendências internacionais e destaca que o PGR (Plane Geral de Atualização da Regulamentação das Telecomunicações) estabelece como propósito estratégico, massificar a banda larga por meio do estímulo ao surgimento de vários prestadores de acesso e do estímulo ao uso da infraestrutura existente, a criação de ambiente favorável ao surgimento e fortalecimento de novos prestadores de pequeno e médio porte em nichos específicos de mercado, como também a simplificação da regulamentação com vistas à convergência. (Da redação)
http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=12707&Itemid=105
Anatel quer privilegiar SCM nos 50 MHz que restaram ao MMDS
segunda-feira, 3 de agosto de 2009, 20h38
Além de ter sua faixa de operação reduzida de 190 MHz para 50 MHz a partir de 2015, o serviço de MMDS pode acabar perdendo o espaço que lhe resta para o Serviço de Comunicação Multimídia (SCM). Na consulta pública sobre a nova destinação da faixa de 2,5 GHz (disponível a partir desta segunda, 3, no site da Anatel), a agência incluiu um questionamento no fim do documento apontando para outros planos para o uso do bloco de 50 MHz onde o MMDS continuará tendo prioridade. A agência sugere o interesse em usar a subfaixa de 2.570 MHz a 2.620 MHz para expandir o SCM em pequenos municípios.
A questão que a agência pede contribuições trata da autorização do uso dessa subfaixa de forma que "promova a diversidade de prestadores do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM) em municípios com população inferior a 100 mil habitantes". Pela proposta da Anatel, o bloco de 50 MHz que restará ao MMDS a partir de 2015 também pode ser usado em caráter primário pelo SCM. Hoje, os dois serviços dividem esta subfaixa, mas o MMDS tem uso exclusivo de outros 80 MHz na faixa de 2,5 GHz.
Adequação do MMDS
O interior da consulta deixa claro que as operadoras de MMDS, que hoje têm prioridade no uso da faixa e estão em funcionamento, não terão nenhum tratamento especial ao longo da transição da destinação da maior parte das radiofrequências para o SMP, mesmo com licenças emitidas antes da mudança no espectro. De acordo com a proposta, todo o uso das subfaixas, mesmo o decorrente de prorrogações das autorizações, deve ser adequado à nova realidade sugerida pela Anatel, não havendo nenhuma possível exceção para qualquer operadora.
Além disso, nenhuma autorização para uso de radiofrequência, mesmo aquelas associadas à estações já licenciadas, poderá ser emitida em favor das empresas de MMDS nos blocos redestinados ao SMP tão logo a reforma entre em vigor. Outra determinação é que as autorizações que ainda serão renovadas ficarão restritas ao uso da subfaixa de 2.570 MHz a 2.620 MHz, ou seja, ao bloco de 50 MHz que restará ao MMDS em caráter primário a partir de 2015 de acordo com a proposta da Anatel.
A proposta da Anatel prevê uma transição em três fases, uma imediata, outra em 2013 e conclusão em 2015. Até 31 de dezembro de 2012, os serviços de MMDS e SCM mantêm o caráter primário de uso da faixa, mas são incluídos em caráter secundários a oferta de STFC e SMP. Em 2013, os serviços de MMDS e SCM passam a ter prioridade apenas em 70 MHz da faixa, enquanto os demais 120 MHz passam a ser usados primariamente pelo SMP. Em 2015, conclui-se a mudança na destinação, consolidando o caráter primário para o SMP em 140 MHz da faixa e deixando o MMDS e o SCM apenas com os 50 MHz restantes.
Mariana Mazza
http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=142373
Além de ter sua faixa de operação reduzida de 190 MHz para 50 MHz a partir de 2015, o serviço de MMDS pode acabar perdendo o espaço que lhe resta para o Serviço de Comunicação Multimídia (SCM). Na consulta pública sobre a nova destinação da faixa de 2,5 GHz (disponível a partir desta segunda, 3, no site da Anatel), a agência incluiu um questionamento no fim do documento apontando para outros planos para o uso do bloco de 50 MHz onde o MMDS continuará tendo prioridade. A agência sugere o interesse em usar a subfaixa de 2.570 MHz a 2.620 MHz para expandir o SCM em pequenos municípios.
A questão que a agência pede contribuições trata da autorização do uso dessa subfaixa de forma que "promova a diversidade de prestadores do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM) em municípios com população inferior a 100 mil habitantes". Pela proposta da Anatel, o bloco de 50 MHz que restará ao MMDS a partir de 2015 também pode ser usado em caráter primário pelo SCM. Hoje, os dois serviços dividem esta subfaixa, mas o MMDS tem uso exclusivo de outros 80 MHz na faixa de 2,5 GHz.
Adequação do MMDS
O interior da consulta deixa claro que as operadoras de MMDS, que hoje têm prioridade no uso da faixa e estão em funcionamento, não terão nenhum tratamento especial ao longo da transição da destinação da maior parte das radiofrequências para o SMP, mesmo com licenças emitidas antes da mudança no espectro. De acordo com a proposta, todo o uso das subfaixas, mesmo o decorrente de prorrogações das autorizações, deve ser adequado à nova realidade sugerida pela Anatel, não havendo nenhuma possível exceção para qualquer operadora.
Além disso, nenhuma autorização para uso de radiofrequência, mesmo aquelas associadas à estações já licenciadas, poderá ser emitida em favor das empresas de MMDS nos blocos redestinados ao SMP tão logo a reforma entre em vigor. Outra determinação é que as autorizações que ainda serão renovadas ficarão restritas ao uso da subfaixa de 2.570 MHz a 2.620 MHz, ou seja, ao bloco de 50 MHz que restará ao MMDS em caráter primário a partir de 2015 de acordo com a proposta da Anatel.
A proposta da Anatel prevê uma transição em três fases, uma imediata, outra em 2013 e conclusão em 2015. Até 31 de dezembro de 2012, os serviços de MMDS e SCM mantêm o caráter primário de uso da faixa, mas são incluídos em caráter secundários a oferta de STFC e SMP. Em 2013, os serviços de MMDS e SCM passam a ter prioridade apenas em 70 MHz da faixa, enquanto os demais 120 MHz passam a ser usados primariamente pelo SMP. Em 2015, conclui-se a mudança na destinação, consolidando o caráter primário para o SMP em 140 MHz da faixa e deixando o MMDS e o SCM apenas com os 50 MHz restantes.
Mariana Mazza
http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=142373
Necessidade "premente" de expandir SMP justifica mudança na 2,5 GHz
segunda-feira, 3 de agosto de 2009, 18h57
A Anatel iniciou nesta segunda-feira, 3, a consulta pública que pretende alterar a destinação da faixa que compreende as frequências de 2.500 MHz a 2.690 MHz. O documento aberto ao público no site da agência chama a atenção pela quantidade de "justificativas" para a alteração no espetro: 20 ao todo. A lista de considerações vai além das prerrogativas jurídicas da agência reguladora para promover alterações nas faixas de radiofrequência a qualquer tempo.
Muitos dos argumentos apresentados até agora, especialmente pelas operadoras móveis, para justificar a redução do MMDS no uso desta faixa são apresentados pela Anatel na consulta.
A intenção da agência de acompanhar as recomendações da União Internacional de Telecomunicações (UIT) aparece logo no topo da lista. A agência cita estudos feitos pelo órgão internacional sobre "novas aplicações dos sistemas móveis e de Acesso sem Fio em Banda Larga (BWA)" como um dos itens levados em consideração para a mudança na destinação da faixa e a necessidade de promover um "incremento da oferta de aplicações em Banda Larga, em particular da Banda Larga sem fio".
Ainda de acordo com a consulta, a agência ponderou sobre as recomendações da UIT e da Comissão Interamericana de Telecomunicações (Citel) de que a faixa privilegie o uso de aplicações "de sistemas de telecomunicações móveis que sigam as especificações IMT-2000" e evoluções dessas tecnologias. Mesmo citando claramente que um dos itens considerados foi o incentivo à inclusão digital com ofertas que "se coadunem às políticas públicas", nenhum documento com as citadas políticas foi listado no texto em consulta. A questão da inclusão digital foi identificada em dois itens, que citam o Plano Geral de atualização da Regulamentação no Brasil (PGR), elaborado no ano passado pela Anatel.
Preocupação com o SMP
Durante o anúncio da nova consulta, realizado na semana passada, os técnicos da Anatel negaram que tivessem "cedido" aos apelos das operadoras móveis por mais faixas de radiofrequências voltadas ao SMP. No entanto, as justificativas demonstram que a expansão da telefonia móvel foi bastante considerada pela agência. Uma das considerações cita "a necessidade premente de identificar faixas de radiofrequências em segmentos abaixo de 5 GHz para uso em aplicações móveis, que viabilizem e acelerem o processo de convergência das aplicações fixo-móveis, a exemplo do Serviço Móvel Pessoal - SMP, no qual foi observada acentuada penetração e massificação do serviço móvel nos últimos anos, aliadas ao crescimento vertiginoso das aplicações de banda larga móvel".
A Anatel também demonstra acreditar que a mudança trará novos investimentos para o setor e ampliará a competição "e a diversidade de serviços" a partir da oferta de novas tecnologias. De olho na procura que a faixa atrairá, a Anatel aproveitou para deixar claro que o preço por estas faixas será maior do que o Preço Público pelo Direito de Uso de Radiofrequências (PPDUR) e quem já o pagou pode receber uma nova fatura pelo uso desse pedaço do espectro.
Edital
A Anatel decidiu solicitar sugestões à sociedade sobre itens que provavelmente farão parte da elaboração de um futuro edital dessa faixa. A prática vem sendo bastante utilizada pela agência em suas últimas consultas à sociedade. No documento sobre a faixa de 2,5 GHz, a Anatel pede colaborações sobre uma eventual segmentação da faixa, voltada para aplicações "desenvolvidas pelas autorizatárias e concessionárias" de telefonia fixa sem fio.
A agência também indica estar interessada em impor obrigações associadas à pesquisa e desenvolvimento nas telecomunicações brasileiras. Um possível estabelecimento de compromissos de abrangência aos vitoriosos no futuro leilão também está na lista de assuntos incluídos na consulta.
Mariana Mazza
http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=142365
A Anatel iniciou nesta segunda-feira, 3, a consulta pública que pretende alterar a destinação da faixa que compreende as frequências de 2.500 MHz a 2.690 MHz. O documento aberto ao público no site da agência chama a atenção pela quantidade de "justificativas" para a alteração no espetro: 20 ao todo. A lista de considerações vai além das prerrogativas jurídicas da agência reguladora para promover alterações nas faixas de radiofrequência a qualquer tempo.
Muitos dos argumentos apresentados até agora, especialmente pelas operadoras móveis, para justificar a redução do MMDS no uso desta faixa são apresentados pela Anatel na consulta.
A intenção da agência de acompanhar as recomendações da União Internacional de Telecomunicações (UIT) aparece logo no topo da lista. A agência cita estudos feitos pelo órgão internacional sobre "novas aplicações dos sistemas móveis e de Acesso sem Fio em Banda Larga (BWA)" como um dos itens levados em consideração para a mudança na destinação da faixa e a necessidade de promover um "incremento da oferta de aplicações em Banda Larga, em particular da Banda Larga sem fio".
Ainda de acordo com a consulta, a agência ponderou sobre as recomendações da UIT e da Comissão Interamericana de Telecomunicações (Citel) de que a faixa privilegie o uso de aplicações "de sistemas de telecomunicações móveis que sigam as especificações IMT-2000" e evoluções dessas tecnologias. Mesmo citando claramente que um dos itens considerados foi o incentivo à inclusão digital com ofertas que "se coadunem às políticas públicas", nenhum documento com as citadas políticas foi listado no texto em consulta. A questão da inclusão digital foi identificada em dois itens, que citam o Plano Geral de atualização da Regulamentação no Brasil (PGR), elaborado no ano passado pela Anatel.
Preocupação com o SMP
Durante o anúncio da nova consulta, realizado na semana passada, os técnicos da Anatel negaram que tivessem "cedido" aos apelos das operadoras móveis por mais faixas de radiofrequências voltadas ao SMP. No entanto, as justificativas demonstram que a expansão da telefonia móvel foi bastante considerada pela agência. Uma das considerações cita "a necessidade premente de identificar faixas de radiofrequências em segmentos abaixo de 5 GHz para uso em aplicações móveis, que viabilizem e acelerem o processo de convergência das aplicações fixo-móveis, a exemplo do Serviço Móvel Pessoal - SMP, no qual foi observada acentuada penetração e massificação do serviço móvel nos últimos anos, aliadas ao crescimento vertiginoso das aplicações de banda larga móvel".
A Anatel também demonstra acreditar que a mudança trará novos investimentos para o setor e ampliará a competição "e a diversidade de serviços" a partir da oferta de novas tecnologias. De olho na procura que a faixa atrairá, a Anatel aproveitou para deixar claro que o preço por estas faixas será maior do que o Preço Público pelo Direito de Uso de Radiofrequências (PPDUR) e quem já o pagou pode receber uma nova fatura pelo uso desse pedaço do espectro.
Edital
A Anatel decidiu solicitar sugestões à sociedade sobre itens que provavelmente farão parte da elaboração de um futuro edital dessa faixa. A prática vem sendo bastante utilizada pela agência em suas últimas consultas à sociedade. No documento sobre a faixa de 2,5 GHz, a Anatel pede colaborações sobre uma eventual segmentação da faixa, voltada para aplicações "desenvolvidas pelas autorizatárias e concessionárias" de telefonia fixa sem fio.
A agência também indica estar interessada em impor obrigações associadas à pesquisa e desenvolvimento nas telecomunicações brasileiras. Um possível estabelecimento de compromissos de abrangência aos vitoriosos no futuro leilão também está na lista de assuntos incluídos na consulta.
Mariana Mazza
http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=142365
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Para Sardenberg, base de assinantes do MMDS pesou na decisão, mas "jogo está aberto"
sexta-feira, 31 de julho de 2009, 20h10
O presidente da Anatel, embaixador Ronaldo Sardenberg, lembra que na questão da ocupação do espaço de 2,5 GHz, "o jogo ainda está aberto e as coisas podem mudar". Ele faz a afirmação ao ser confrontado com a hipótese de operadores de MMDS conquistarem, nos próximos anos, um número expressivo de assinantes de TV e banda larga, de modo a inviabilizar a redução de espectro proposta pela agência. "É o jogo do capitalismo: ganha quem fizer os investimentos", diz. Mas ele reconhece que o argumento que pesou contra o setor foi o reduzido número de assinantes. "Sem querer esfaquear ninguém, mas 300 mil assinantes não justifica a manutenção de tanto espectro", diz o presidente da Anatel. No entanto, os operadores costumam alegar que esses 300 mil assinantes foram conquistados em um cenário em que a digitalização do serviço e a expansão da oferta da banda larga eram ou incertas ou impossibilitadas pela regulamentação. "A nossa avaliação técnica é que é perfeitamente possível ao MMDS crescer e conquistar assinantes com o espectro que está sendo destinado a eles".
Competição
Perguntado se a proposta aprovada pelo conselho diretor visaria a ampliação do número de competidores ou a manutenção do cenário atual, Sardenberg relembrou que o quadro da banda larga móvel está em transformação. "Há dois anos, o WiMAX era a alternativa para a banda larga móvel, e hoje é uma das alternativas", concluiu. Sardenberg disse que, por conta de tempos de análise interna diferentes por parte dos técnicos da agência, não foi possível avaliar o regulamento de uso eficiente do espectro antes da decisão sobre a faixa de 2,5 GHz, o que seria o ideal, segundo o embaixador. Mas esse regulamento será importante para avaliar no futuro a ampliação das faixas para os operadores de SMP. As declarações foram dadas em entrevista exclusiva para a revista TELETIME de agosto, que circula na próxima semana.
Samuel Possebon
http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=142312
O presidente da Anatel, embaixador Ronaldo Sardenberg, lembra que na questão da ocupação do espaço de 2,5 GHz, "o jogo ainda está aberto e as coisas podem mudar". Ele faz a afirmação ao ser confrontado com a hipótese de operadores de MMDS conquistarem, nos próximos anos, um número expressivo de assinantes de TV e banda larga, de modo a inviabilizar a redução de espectro proposta pela agência. "É o jogo do capitalismo: ganha quem fizer os investimentos", diz. Mas ele reconhece que o argumento que pesou contra o setor foi o reduzido número de assinantes. "Sem querer esfaquear ninguém, mas 300 mil assinantes não justifica a manutenção de tanto espectro", diz o presidente da Anatel. No entanto, os operadores costumam alegar que esses 300 mil assinantes foram conquistados em um cenário em que a digitalização do serviço e a expansão da oferta da banda larga eram ou incertas ou impossibilitadas pela regulamentação. "A nossa avaliação técnica é que é perfeitamente possível ao MMDS crescer e conquistar assinantes com o espectro que está sendo destinado a eles".
Competição
Perguntado se a proposta aprovada pelo conselho diretor visaria a ampliação do número de competidores ou a manutenção do cenário atual, Sardenberg relembrou que o quadro da banda larga móvel está em transformação. "Há dois anos, o WiMAX era a alternativa para a banda larga móvel, e hoje é uma das alternativas", concluiu. Sardenberg disse que, por conta de tempos de análise interna diferentes por parte dos técnicos da agência, não foi possível avaliar o regulamento de uso eficiente do espectro antes da decisão sobre a faixa de 2,5 GHz, o que seria o ideal, segundo o embaixador. Mas esse regulamento será importante para avaliar no futuro a ampliação das faixas para os operadores de SMP. As declarações foram dadas em entrevista exclusiva para a revista TELETIME de agosto, que circula na próxima semana.
Samuel Possebon
http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=142312
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quinta-feira, 30 de julho de 2009
Anatel decide pelo celular e tira 140 MHz de banda do MMDS
Por Miriam Aquino
30 de julho de 2009
O conselho diretor finalmente tomou uma decisão sobre qual o caminho que o país vai seguir no futuro para atender a demanda por banda larga. Preferiu acompanhar a tendência mundial, e impedir que o Brasil ficasse em posição isolada frente ao mundo . Para descontetamento das operadoras de TV paga, a Anatel decidiu lançar consulta pública a qual irá estabelecer um prazo de transição de três anos para essas empresas se adapatarem, mas em 2015, propõe destinar 140 MHz para o SMP e manter o MMDS com apenas 50 MHz, na faixa de 2,5 GHz. Hoje, o MMDS tem a sua disposição 190 MHz (na verdade, a conta exata é de 186 MHz).
A consulta pública, que será lançada no dia 3 de agosto, ficará disponível até 16 de setembro. Conforme a proposta da Anatel - que acabou sendo aprovada por Ronaldo Sardenberg, Antonio Bedran e João Rezende, já que Emilia Ribeiro e Plinio de Aguiar não abriram mão de mudar seus votos - a partir da aprovação da norma definitiva e até 31 de dezembro de 2012 os serviços de SMP (celular) e STFC (fixo) começam a ocupar a faixa de 2,5 GHz em caráter secundário. Entre 2012 e 2015, o SMP passa a ser o serviço primário em 120 MHz da faixa e o MMDS fica com prioridade de transmissão dos sinais em 70 MHz. Após 2015, o SMP ocupa como serviço prioritário, 140 MHz e o MMDS fica com 50 MHz.
"Conforme os estudos da Anatel, constatamos que, em 2018, haverá 180 milhõesde acesso banda larga móvel e outros 150 milhões de acessos de voz por celular. Enquanto isso, o MMDs terá, em 2015, um milhão de assinantes", afirmou Domingos Bedran para explicar as razões do voto da maioria do conselho.
Jarbas Valente, superintendente de serviços privados, assinalou ainda que essa decisão da Anatel segue também a política pública do governo federal, expressa no Plano Geral de Autalização Regulatória (PGR), publicado em outubro do ano passado, que estabelece que a agência deve tomar medidas para massificar a banda larga no país.
Se a proposta for mantida como está - muita discussão ainda será travada até a publicação definitiva do regulamento - o SMP poderá contar, a partir de 2016 com 70 MHz para o up link na faixa de 2500 MHz a 2570 MHz e outros 70 MHz na faixa de 2620 a 2690 MHz. O MMDS ficará com o pedaço do meio, entre a faixa de 2570 a 2690 MHz
http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=12695&Itemid=105
30 de julho de 2009
O conselho diretor finalmente tomou uma decisão sobre qual o caminho que o país vai seguir no futuro para atender a demanda por banda larga. Preferiu acompanhar a tendência mundial, e impedir que o Brasil ficasse em posição isolada frente ao mundo . Para descontetamento das operadoras de TV paga, a Anatel decidiu lançar consulta pública a qual irá estabelecer um prazo de transição de três anos para essas empresas se adapatarem, mas em 2015, propõe destinar 140 MHz para o SMP e manter o MMDS com apenas 50 MHz, na faixa de 2,5 GHz. Hoje, o MMDS tem a sua disposição 190 MHz (na verdade, a conta exata é de 186 MHz).
A consulta pública, que será lançada no dia 3 de agosto, ficará disponível até 16 de setembro. Conforme a proposta da Anatel - que acabou sendo aprovada por Ronaldo Sardenberg, Antonio Bedran e João Rezende, já que Emilia Ribeiro e Plinio de Aguiar não abriram mão de mudar seus votos - a partir da aprovação da norma definitiva e até 31 de dezembro de 2012 os serviços de SMP (celular) e STFC (fixo) começam a ocupar a faixa de 2,5 GHz em caráter secundário. Entre 2012 e 2015, o SMP passa a ser o serviço primário em 120 MHz da faixa e o MMDS fica com prioridade de transmissão dos sinais em 70 MHz. Após 2015, o SMP ocupa como serviço prioritário, 140 MHz e o MMDS fica com 50 MHz.
"Conforme os estudos da Anatel, constatamos que, em 2018, haverá 180 milhõesde acesso banda larga móvel e outros 150 milhões de acessos de voz por celular. Enquanto isso, o MMDs terá, em 2015, um milhão de assinantes", afirmou Domingos Bedran para explicar as razões do voto da maioria do conselho.
Jarbas Valente, superintendente de serviços privados, assinalou ainda que essa decisão da Anatel segue também a política pública do governo federal, expressa no Plano Geral de Autalização Regulatória (PGR), publicado em outubro do ano passado, que estabelece que a agência deve tomar medidas para massificar a banda larga no país.
Se a proposta for mantida como está - muita discussão ainda será travada até a publicação definitiva do regulamento - o SMP poderá contar, a partir de 2016 com 70 MHz para o up link na faixa de 2500 MHz a 2570 MHz e outros 70 MHz na faixa de 2620 a 2690 MHz. O MMDS ficará com o pedaço do meio, entre a faixa de 2570 a 2690 MHz
http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=12695&Itemid=105
Anatel reduzirá frequências do MMDS a partir de 2012
quinta-feira, 30 de julho de 2009, 15h56
A Anatel acaba de aprovar como será a regra de ocupação do espectro para os atuais operadores de MMDS (2,5 GHz). A agência decidiu que o serviço terá o espectro atual até 2012. A partir de então, o espectro para o serviço de MMDS será reduzido para 70 MHz e a partir de 2015 cairá para 50 MHz. A proposta foi do conselheiro João Rezende e a decisão foi por três votos a dois. Os dois votos divergentes foram do conselheiro Plínio Aguiar, que propunha o fim do MMDS, e da conselheira Emília Ribeiro, que preservava 110 MHz para o serviço. Mais detalhes serão divulgados em entrevista coletiva.
Mariana Mazza
http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=142201
A Anatel acaba de aprovar como será a regra de ocupação do espectro para os atuais operadores de MMDS (2,5 GHz). A agência decidiu que o serviço terá o espectro atual até 2012. A partir de então, o espectro para o serviço de MMDS será reduzido para 70 MHz e a partir de 2015 cairá para 50 MHz. A proposta foi do conselheiro João Rezende e a decisão foi por três votos a dois. Os dois votos divergentes foram do conselheiro Plínio Aguiar, que propunha o fim do MMDS, e da conselheira Emília Ribeiro, que preservava 110 MHz para o serviço. Mais detalhes serão divulgados em entrevista coletiva.
Mariana Mazza
http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=142201
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Banda larga móvel deve ultrapassar a fixa no Brasil em 2011
Da redação
Para a Pyramid Research, o lançamento de novas ofertas pré-pagas será a chave para o crescimento.
A forte adoção da banda larga móvel entre os brasileiros fará com que a tecnologia ultrapasse a banda larga fixa em número de usuários até 2011. A projeção é da consultoria Pyramid Research, que estima para 2014 um volume superior a 27 milhões de assinantes do serviço de acesso à internet via redes móveis, o que daria uma taxa anual de crescimento de 62%, considerando o 1,5 milhão de usuários do final de 2008.
O relatório destaca que a banda larga móvel é oferecida no Brasil com um número muito limitado de planos pós-pagos, mas ressalta o pioneirismo da TIM, que lançou o primeiro serviço pré-pago. A expectativa é de que os concorrentes, principalmente Vivo e Claro, façam o mesmo, o que deve estimular a adoção da banda larga móvel a ponto da tecnologia suplantar o número de assinantes fixos. “O lançamento de ofertas de banda larga pré-paga será a chave do crescimento, oferecendo uma alternativa de conectividade mais barata em relação às operadoras fixas”, destaca o estudo da Pyramid Research.
A consultoria destaca que as operadores móveis brasileiras enfrentam deficiências de cobertura, causado pela inesperada demanda por largura de banda. “Entendemos que é necessário um esforço contínuo de implantação das redes UMTS/HSPA, não apenas para atender às metas da Anatel, mas também para dar conta da demanda por serviços de banda larga que os usuários brasileiros têm exibido nos últimos meses”.
http://www.telecomonline.com.br/noticias/banda-larga-movel-deve-ultrapassar-a-fixa-no-brasil-em-2011
Para a Pyramid Research, o lançamento de novas ofertas pré-pagas será a chave para o crescimento.
A forte adoção da banda larga móvel entre os brasileiros fará com que a tecnologia ultrapasse a banda larga fixa em número de usuários até 2011. A projeção é da consultoria Pyramid Research, que estima para 2014 um volume superior a 27 milhões de assinantes do serviço de acesso à internet via redes móveis, o que daria uma taxa anual de crescimento de 62%, considerando o 1,5 milhão de usuários do final de 2008.
O relatório destaca que a banda larga móvel é oferecida no Brasil com um número muito limitado de planos pós-pagos, mas ressalta o pioneirismo da TIM, que lançou o primeiro serviço pré-pago. A expectativa é de que os concorrentes, principalmente Vivo e Claro, façam o mesmo, o que deve estimular a adoção da banda larga móvel a ponto da tecnologia suplantar o número de assinantes fixos. “O lançamento de ofertas de banda larga pré-paga será a chave do crescimento, oferecendo uma alternativa de conectividade mais barata em relação às operadoras fixas”, destaca o estudo da Pyramid Research.
A consultoria destaca que as operadores móveis brasileiras enfrentam deficiências de cobertura, causado pela inesperada demanda por largura de banda. “Entendemos que é necessário um esforço contínuo de implantação das redes UMTS/HSPA, não apenas para atender às metas da Anatel, mas também para dar conta da demanda por serviços de banda larga que os usuários brasileiros têm exibido nos últimos meses”.
http://www.telecomonline.com.br/noticias/banda-larga-movel-deve-ultrapassar-a-fixa-no-brasil-em-2011
Número de assinantes de WiMAX será de 50 milhões em 2014
terça-feira, 28 de julho de 2009, 12h13
O número de assinantes mundiais de banda larga WiMAX no padrão 802.16e deve totalizar 50 milhões até 2014, segundo dados da Juniper Research. A consultoria ressalta que o crescimento será impulsionado pela necessidade de atender as regiões mundiais que ainda não têm serviço de banda larga.
Segundo a empresa de pesquisas, o padrão WiMAX proporcionará conectividade de internet em banda larga, de forma mais fácil e rentável, em áreas logisticamente desafiadoras, onde é muito caro para se instalar redes cabeadas.
A pesquisa aponta que o maior número de assinantes será no extremo Oriente e na China, em grande medida devido ao fato dessas regiões serem os locais onde ocorreu primeiro a adoção do WiMAX.
ABTA - 2009
A ABTA 2009, principal evento de TV por assinatura e banda larga do Brasil, que acontece entre os dias 11 e 13 de agosto, em São Paulo, terá neste ano uma apresentação especial de uma das maiores operadoras de WiMAX do mundo, a Clearwire. A empresa falará sobre o desenvolvimento da tecnologia e sobre as possibilidades de convergência entre operações de TV por assinatura e redes wireless. Ali Tabassi, vice-presidente sênior da operadora e responsável pela área de padronização global e ecossistemas da Clearwire, confirmou presença como keynote speaker na sessão sobre WiMAX, programada para a manhã do dia 11. O painel terá ainda a presença de Tim Hewitt, diretor de relações institucionais do WiMAX Forum. A ideia é discutir as possibilidades de integração entre as redes de TV por assinatura e as plataformas de banda larga sem fio. Nos EUA, os cinco maiores operadores de TV a cabo, ao lado do Google e da Intel, formaram uma joint venture com a Clearwire e com a Sprint para o desenvolvimento de produtos e tecnologias convergentes unindo TV paga e WiMAX. A Clearwire opera nas faixas de 2,5 GHz nos EUA, a mesma que no Brasil está alocada para o MMDS.
Da Redação
http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=141937
O número de assinantes mundiais de banda larga WiMAX no padrão 802.16e deve totalizar 50 milhões até 2014, segundo dados da Juniper Research. A consultoria ressalta que o crescimento será impulsionado pela necessidade de atender as regiões mundiais que ainda não têm serviço de banda larga.
Segundo a empresa de pesquisas, o padrão WiMAX proporcionará conectividade de internet em banda larga, de forma mais fácil e rentável, em áreas logisticamente desafiadoras, onde é muito caro para se instalar redes cabeadas.
A pesquisa aponta que o maior número de assinantes será no extremo Oriente e na China, em grande medida devido ao fato dessas regiões serem os locais onde ocorreu primeiro a adoção do WiMAX.
ABTA - 2009
A ABTA 2009, principal evento de TV por assinatura e banda larga do Brasil, que acontece entre os dias 11 e 13 de agosto, em São Paulo, terá neste ano uma apresentação especial de uma das maiores operadoras de WiMAX do mundo, a Clearwire. A empresa falará sobre o desenvolvimento da tecnologia e sobre as possibilidades de convergência entre operações de TV por assinatura e redes wireless. Ali Tabassi, vice-presidente sênior da operadora e responsável pela área de padronização global e ecossistemas da Clearwire, confirmou presença como keynote speaker na sessão sobre WiMAX, programada para a manhã do dia 11. O painel terá ainda a presença de Tim Hewitt, diretor de relações institucionais do WiMAX Forum. A ideia é discutir as possibilidades de integração entre as redes de TV por assinatura e as plataformas de banda larga sem fio. Nos EUA, os cinco maiores operadores de TV a cabo, ao lado do Google e da Intel, formaram uma joint venture com a Clearwire e com a Sprint para o desenvolvimento de produtos e tecnologias convergentes unindo TV paga e WiMAX. A Clearwire opera nas faixas de 2,5 GHz nos EUA, a mesma que no Brasil está alocada para o MMDS.
Da Redação
http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=141937
quinta-feira, 23 de julho de 2009
UK WiMax Trial Results Revealed
JULY 22, 2009
LONDON -- The Mobile WiMAX Acceleration Group (M-WAG) - a collaboration of companies demonstrating the business case for mobile WiMAX - today announces the initial findings of the UK’s first live end-to-end 2.5GHz Mobile WiMAX trials that took place in Maidstone, Kent from 2008 through 2009. Focusing on four usage scenarios; public safety, CCTV monitoring, building inspection and workforce mobility, the results show that mobile WiMAX provides benefits over current technologies and processes as well as presenting new opportunities for service improvement and cost savings.
The trials, which covered 7.5 square kilometres from the centre of Maidstone, saw Mobile WiMAX deployments with Kent Fire & Rescue Service and Maidstone Borough Council.
For the public safety scenario, M-WAG worked on providing real-time video from accident scenes using Mobile WiMAX, enabling emergency services to develop better strategies for tackling situations while also saving time by delivering critical information live to teams while on their way to incidents.
The CCTV trial focused on enabling faster, more tactical deployment of mobile CCTV cameras to respond to short term needs while reducing the overall running costs. The remote building site inspection trial tested mobile WiMAX’s suitability to stream high-quality real-time video of structural issues – often requiring the capture of minute details – between locations while the workforce mobility scenario looked at the potential benefits of equipping the Council’s anti-social behaviour / violent crime reduction team with video recording devices for victim and witness interviews rather than still cameras and notebooks.
Chris Woodward IT Technical Services Manger, Maidstone Borough Council commented: “The trials demonstrated the flexibility that Mobile WiMAX offers. It’s clear that there are specific benefits to be gained from deploying Mobile WiMAX across a range of public service scenarios and we’re pleased that Maidstone played a role in providing proof of concept for the technology. We look forward to seeing how the findings and experiences help make the UK’s first commercial deployment of Mobile WiMAX a reality.”
http://www.unstrung.com/document.asp?doc_id=179550
LONDON -- The Mobile WiMAX Acceleration Group (M-WAG) - a collaboration of companies demonstrating the business case for mobile WiMAX - today announces the initial findings of the UK’s first live end-to-end 2.5GHz Mobile WiMAX trials that took place in Maidstone, Kent from 2008 through 2009. Focusing on four usage scenarios; public safety, CCTV monitoring, building inspection and workforce mobility, the results show that mobile WiMAX provides benefits over current technologies and processes as well as presenting new opportunities for service improvement and cost savings.
The trials, which covered 7.5 square kilometres from the centre of Maidstone, saw Mobile WiMAX deployments with Kent Fire & Rescue Service and Maidstone Borough Council.
For the public safety scenario, M-WAG worked on providing real-time video from accident scenes using Mobile WiMAX, enabling emergency services to develop better strategies for tackling situations while also saving time by delivering critical information live to teams while on their way to incidents.
The CCTV trial focused on enabling faster, more tactical deployment of mobile CCTV cameras to respond to short term needs while reducing the overall running costs. The remote building site inspection trial tested mobile WiMAX’s suitability to stream high-quality real-time video of structural issues – often requiring the capture of minute details – between locations while the workforce mobility scenario looked at the potential benefits of equipping the Council’s anti-social behaviour / violent crime reduction team with video recording devices for victim and witness interviews rather than still cameras and notebooks.
Chris Woodward IT Technical Services Manger, Maidstone Borough Council commented: “The trials demonstrated the flexibility that Mobile WiMAX offers. It’s clear that there are specific benefits to be gained from deploying Mobile WiMAX across a range of public service scenarios and we’re pleased that Maidstone played a role in providing proof of concept for the technology. We look forward to seeing how the findings and experiences help make the UK’s first commercial deployment of Mobile WiMAX a reality.”
http://www.unstrung.com/document.asp?doc_id=179550
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Clear to Roam Beyond Vegas
JULY 21, 2009 | Dan Jones | Comment (1)
Clearwire LLC (Nasdaq: CLWR) and Sprint Nextel Corp. (NYSE: S) are trying to expand the roaming abilities and user base for mobile WiMax as the next Clear market officially launches in Las Vegas today.
Clearwire service has been available to residents since June, but the “soft launch” is now over as the market goes commercial. The Kirkland, Wash.-based operator says that the service covers “approximately 1.7 million residents across 638 square miles” in the Vegas area. The WiMax provider is using infrastructure from Motorola Inc. (NYSE: MOT) and backhaul gear from Ciena Corp. (Nasdaq: CIEN) to launch the service. (See Moto in Clear in Vegas and Ciena in the Clear.)
The Vegas launch date is also significant, however, because there is finally some movement toward allowing more roaming between the Clear mobile WiMax markets and Sprint’s existing 3G network. Sprint initially launched its $80 “4G Now” dual-mode WiMax and 3G USB card in December 2008 and had been promising that it would get to more Clearwire markets this summer. (See Sprint Lets WiMax Users Escape From Baltimore and Sprint: How Soon Is '4G Now'?)
Sprint now says that it will start offering services over Clearwire’s Atlanta, Las Vegas, and Portland, Ore. markets on Aug. 1. Like Comcast Corp. (Nasdaq: CMCSA, CMCSK), Sprint operates as a mobile virtual network operator (MVNO), piggybacking services on top of the Clearwire network. (See Sprint: How Soon Is '4G Now'?)
Clearwire will also start to offer WiMax-to-3G roaming on Aug. 1. The company will launch the "Clear 4G+” mobile USB product next month; this will allow Clear users to roam onto the Sprint network.
Moreover, Clearwire is now trying to extend its appeal beyond PC cards with new products for Mac owners in the wings. Clearwire says that Mac laptops will be able to use its existing WiMax-only USB modem beginning Aug. 17 with the introduction of the “Clear Connection Manager software for Mac.” Dual-mode Clear 4G+ mobile USB service is expected to be available for Macintosh in the fourth quarter.
Samsung Electronics Co. Ltd. (Korea: SEC) is also expected to launch the “Mondi” in August. This tablet-style device will be the first handheld gadget available for the Clear network. (See WiMax Gizmos Galore!)
— Dan Jones, Site Editor, Unstrung
http://www.unstrung.com/document.asp?doc_id=179487
Clearwire LLC (Nasdaq: CLWR) and Sprint Nextel Corp. (NYSE: S) are trying to expand the roaming abilities and user base for mobile WiMax as the next Clear market officially launches in Las Vegas today.
Clearwire service has been available to residents since June, but the “soft launch” is now over as the market goes commercial. The Kirkland, Wash.-based operator says that the service covers “approximately 1.7 million residents across 638 square miles” in the Vegas area. The WiMax provider is using infrastructure from Motorola Inc. (NYSE: MOT) and backhaul gear from Ciena Corp. (Nasdaq: CIEN) to launch the service. (See Moto in Clear in Vegas and Ciena in the Clear.)
The Vegas launch date is also significant, however, because there is finally some movement toward allowing more roaming between the Clear mobile WiMax markets and Sprint’s existing 3G network. Sprint initially launched its $80 “4G Now” dual-mode WiMax and 3G USB card in December 2008 and had been promising that it would get to more Clearwire markets this summer. (See Sprint Lets WiMax Users Escape From Baltimore and Sprint: How Soon Is '4G Now'?)
Sprint now says that it will start offering services over Clearwire’s Atlanta, Las Vegas, and Portland, Ore. markets on Aug. 1. Like Comcast Corp. (Nasdaq: CMCSA, CMCSK), Sprint operates as a mobile virtual network operator (MVNO), piggybacking services on top of the Clearwire network. (See Sprint: How Soon Is '4G Now'?)
Clearwire will also start to offer WiMax-to-3G roaming on Aug. 1. The company will launch the "Clear 4G+” mobile USB product next month; this will allow Clear users to roam onto the Sprint network.
Moreover, Clearwire is now trying to extend its appeal beyond PC cards with new products for Mac owners in the wings. Clearwire says that Mac laptops will be able to use its existing WiMax-only USB modem beginning Aug. 17 with the introduction of the “Clear Connection Manager software for Mac.” Dual-mode Clear 4G+ mobile USB service is expected to be available for Macintosh in the fourth quarter.
Samsung Electronics Co. Ltd. (Korea: SEC) is also expected to launch the “Mondi” in August. This tablet-style device will be the first handheld gadget available for the Clear network. (See WiMax Gizmos Galore!)
— Dan Jones, Site Editor, Unstrung
http://www.unstrung.com/document.asp?doc_id=179487
terça-feira, 21 de julho de 2009
Banda larga móvel chega a 5,5 milhões de usuários
20 de julho de 2009
O Brasil adicionou mais 2,1 milhões de celulares no mês de junho, atingindo 159,6 milhões de acessos. O crescimento em relação a maio foi de de 1,34% no número assinantes. Do total de acessos do País, 81,82% são pré-pagos, e 18,18%, pós-pagos. O número de adesões no primeiro semestre deste ano foi de 8,9 milhões de assinantes, desempenho inferior ao obtido no ano passado, que somou mais de 12,1 milhões de assinantes de janeiro a junho.
O aumento de aparelhos 3G passou de 1,6 milhão em maio para 1,9 milhão em junho, enquanto os terminais de dados (minimodem) subiram de 3,4 milhões para 3,6 milhões em junho. Somando as duas tecnologias, o acesso móvel a banda larga atinge a mais de cinco milhões de assinantes, metade dos usuários de banda larga fixa. A tecnologia predominante ainda é o GSM, que detém 143 milhões de habilitações, quase dois milhões a mais do que no mês de maio.
A Vivo mantém a liderança do mercado, com 29,33%, resultado ligeiramente menor do que a participação de 29,38% registrado em junho. A Claro, segunda colocada, também apresentou pequena queda de 25,51% em junho para 25,36%. A TIM, em terceiro, apresentou alta: de 23,59% em maio para 23,71% em junho. A Oi, quarta colocada, também aumentou sua participação: de 21,14% em maio para 21,22% em junho. A CTBC, Sercontel e Unicel mantiveram suas participações. (Da redação)
O Brasil adicionou mais 2,1 milhões de celulares no mês de junho, atingindo 159,6 milhões de acessos. O crescimento em relação a maio foi de de 1,34% no número assinantes. Do total de acessos do País, 81,82% são pré-pagos, e 18,18%, pós-pagos. O número de adesões no primeiro semestre deste ano foi de 8,9 milhões de assinantes, desempenho inferior ao obtido no ano passado, que somou mais de 12,1 milhões de assinantes de janeiro a junho.
O aumento de aparelhos 3G passou de 1,6 milhão em maio para 1,9 milhão em junho, enquanto os terminais de dados (minimodem) subiram de 3,4 milhões para 3,6 milhões em junho. Somando as duas tecnologias, o acesso móvel a banda larga atinge a mais de cinco milhões de assinantes, metade dos usuários de banda larga fixa. A tecnologia predominante ainda é o GSM, que detém 143 milhões de habilitações, quase dois milhões a mais do que no mês de maio.
A Vivo mantém a liderança do mercado, com 29,33%, resultado ligeiramente menor do que a participação de 29,38% registrado em junho. A Claro, segunda colocada, também apresentou pequena queda de 25,51% em junho para 25,36%. A TIM, em terceiro, apresentou alta: de 23,59% em maio para 23,71% em junho. A Oi, quarta colocada, também aumentou sua participação: de 21,14% em maio para 21,22% em junho. A CTBC, Sercontel e Unicel mantiveram suas participações. (Da redação)
Processo de definição do preço das licenças de MMDS avança na Anatel
Marineide Marques
Área técnica faz uma apresentação ao conselho sobre o tema, que é acompanhado de perto por TCU e CGU
A definição do preço a ser cobrado pelo uso do espectro das 11 operadoras de MMDS que tiveram suas licenças prorrogadas em fevereiro avança na Anatel, mas ainda está longe do final. Esta semana, a área técnica da agência faz uma apresentação ao conselho diretor, mas não há expectativa de que o assunto seja votado muito em breve. Além de ainda estar em fase de discussão, a definição é acompanhada de perto pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pela Controladoria Geral da União (CGU), o que torna o processo mais demorado.
O tema está sob a relatoria da conselheira Emília Ribeiro, mas o parecer a ser submetido aos demais membros do conselho só será concluído após aprovação do regulamento que estabelecerá novos usos para a faixa de 2,5 GHz, na qual se acomodam hoje os serviços de MMDS. O regulamento é que definirá a quantidade de espectro destinada a cada uma das operadoras de MMDS. Hoje elas detêm 186 MHz de freqüência, mas a tendência é de que pelo menos parte disso seja destinada a serviços móveis.
As operadoras tiveram suas licenças prorrogadas em fevereiro, mas ainda não sabem quanto pagarão por isso. No ato de prorrogação, a Anatel se comprometeu a definir os valores no prazo de 12 meses. A conselheira Emília Ribeiro já declarou que os valores serão definidos a partir de parâmetros de mercado, e não pelo cálculo do PPDUR (preço público pelo direito de uso de radiofreqüência), como querem as operadoras. O PPDUR disciplina o valor a ser pago pelo uso do espectro em uma série de aplicações, como ponto-a-ponto e ponto-multiponto. A fórmula de cálculo passa por revisão na Anatel, pois o regulamento foi estabelecido em 2003, época na qual as faixas até 1,5 GHz eram mais congestionadas e, portanto, mais valorizadas. Com evolução tecnológica e a ocupação cada vez maior das faixas mais altas, a metodologia perdeu a lógica e agora começa a ser revisada pelo corpo técnico da Anatel.
http://www.telecomonline.com.br/noticias/processo-de-definicao-do-preco-das-licencas-de-mmds-avanca-na-anatel
Área técnica faz uma apresentação ao conselho sobre o tema, que é acompanhado de perto por TCU e CGU
A definição do preço a ser cobrado pelo uso do espectro das 11 operadoras de MMDS que tiveram suas licenças prorrogadas em fevereiro avança na Anatel, mas ainda está longe do final. Esta semana, a área técnica da agência faz uma apresentação ao conselho diretor, mas não há expectativa de que o assunto seja votado muito em breve. Além de ainda estar em fase de discussão, a definição é acompanhada de perto pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pela Controladoria Geral da União (CGU), o que torna o processo mais demorado.
O tema está sob a relatoria da conselheira Emília Ribeiro, mas o parecer a ser submetido aos demais membros do conselho só será concluído após aprovação do regulamento que estabelecerá novos usos para a faixa de 2,5 GHz, na qual se acomodam hoje os serviços de MMDS. O regulamento é que definirá a quantidade de espectro destinada a cada uma das operadoras de MMDS. Hoje elas detêm 186 MHz de freqüência, mas a tendência é de que pelo menos parte disso seja destinada a serviços móveis.
As operadoras tiveram suas licenças prorrogadas em fevereiro, mas ainda não sabem quanto pagarão por isso. No ato de prorrogação, a Anatel se comprometeu a definir os valores no prazo de 12 meses. A conselheira Emília Ribeiro já declarou que os valores serão definidos a partir de parâmetros de mercado, e não pelo cálculo do PPDUR (preço público pelo direito de uso de radiofreqüência), como querem as operadoras. O PPDUR disciplina o valor a ser pago pelo uso do espectro em uma série de aplicações, como ponto-a-ponto e ponto-multiponto. A fórmula de cálculo passa por revisão na Anatel, pois o regulamento foi estabelecido em 2003, época na qual as faixas até 1,5 GHz eram mais congestionadas e, portanto, mais valorizadas. Com evolução tecnológica e a ocupação cada vez maior das faixas mais altas, a metodologia perdeu a lógica e agora começa a ser revisada pelo corpo técnico da Anatel.
http://www.telecomonline.com.br/noticias/processo-de-definicao-do-preco-das-licencas-de-mmds-avanca-na-anatel
quinta-feira, 16 de julho de 2009
BSNL halts renewed WiMAX tender
State-owned telco Bharat Sanchar Nigam Ltd (BSNL) has again deferred its plans to issue a tender for potential WiMAX franchisees, according to the Hindu Business Line. Having been forced to abandon its initial tender after it was revealed that five of the six bidders shortlisted existed only on paper, BSNL delayed its target date for relaunching the tender to 24 June 2009. It is now understood that the date has been postponed indefinitely. BSNL has said it will reveal a new target date ‘soon’, but it first intends to settle the terms and conditions under which potential partners will operate in a bid to streamline the tender process and avoid confusion. One area that BSNL has clarified is that franchisees will not have to pay a one-time upfront fee; it is expected instead that operators rolling out WiMAX services using BSNL’s spectrum will over a period of time pay towards BSNL’s costs incurred in acquiring the frequencies.
When it does finally launch the tender, BSNL will invite bids in 16 circles, and if it retains previous conditions for bidding, only those companies with a turnover of over INR1 billion (USD20.5 million) for two consecutive financial years will be able to apply.
http://www.telegeography.com/cu/article.php?article_id=29286&email=html
When it does finally launch the tender, BSNL will invite bids in 16 circles, and if it retains previous conditions for bidding, only those companies with a turnover of over INR1 billion (USD20.5 million) for two consecutive financial years will be able to apply.
http://www.telegeography.com/cu/article.php?article_id=29286&email=html
BSNL may charge one-time fee from WiMAX bid winner
15 Jul 2009, 0051 hrs IST, Joji Thomas Philip, ET Bureau
NEW DELHI: Successful bidders, who win contracts to run state-owned BSNL's WiMAX operations on a revenue share franchisee basis, will have to
pay the one-time spectrum fee that will be determined by the upcoming auctions, a top company official told ET.
The government has already allotted wireless broadband access or WiMAX spectrum to BSNL with a rider that the telco will have to match the price paid by the highest bidder when these radio frequencies are auctioned. The base price for pan-India WiMAX spectrum is likely to be around Rs 2,020 crore.
Last month, BSNL had issued fresh bids for franchisees across the country to roll WiMAX operations, a technology that allows users the wirelessly access high-speed internet and other data applications over a large area. The telco was forced to abort its previous tender in light of dubious operators making it to the final shortlist. BSNL expects WiMAX to generate multi-billion dollar revenues over the next 10 years.
"Once the price for the WiMAX frequencies are determined, this will be deducted from the revenues of the franchisee, who runs these operations for us. The revenue share between the successful bidders and BSNL will only be worked out after the spectrums fee has been factored out," the telco's CMD Kuldeep Goyal told ET. This implies, BSNL's partners for WiMAX, who are yet to be determined, will have to jointly shell out a minimum of Rs 2,020 crore.
In BSNL's new tender for WiMAX services across 16 circles, the telco has categorically said bids will be restricted to original equipment manufacturers and system integrators, including IT with a minimum turnover of Rs 100 crore each for the past two years.
In the remaining circles — Gujarat, Maharashtra (including Goa) and Andhra Pradesh — BSNL already has already tied-up with the US-headquartered Soma Networks. The company's CEO Yatish S Pathak told ET that Soma had just launched services, while adding that it invest about $200 million across these three circles to expand operations. These three circles are likely to have a base price of Rs 160 crore each for WiMAX spectrums, which will have to be paid by revenues generated from Soma Networks.
While the deal with Soma had raised concerns with certain sections of the industry who said BSNL had appointed this franchisee without going through a bidding process, Mr Pathak clarified that the company had obtained clearance from the Central Vigilance Commission for partnering PSU.
"We signed the deal with BSNL in 2007, after about 24 months of testing our services. Then, there were no other players offering similar services and technologies for BSNL to go in for a bidding process," he added.
On allegations by the WiMAX Forum that Soma Networks was deploying WiMAX in FDD format, a technology standard that is not recognised by the forum globally, Mr Pathak said the company was addressing these concerns and changing its networks and equipment to the TDD technology standards.
http://economictimes.indiatimes.com/News/News-By-Industry/Telecom/BSNL-may-charge-one-time-fee-from-WiMAX-bid-winner/articleshow/4777846.cms
NEW DELHI: Successful bidders, who win contracts to run state-owned BSNL's WiMAX operations on a revenue share franchisee basis, will have to
pay the one-time spectrum fee that will be determined by the upcoming auctions, a top company official told ET.
The government has already allotted wireless broadband access or WiMAX spectrum to BSNL with a rider that the telco will have to match the price paid by the highest bidder when these radio frequencies are auctioned. The base price for pan-India WiMAX spectrum is likely to be around Rs 2,020 crore.
Last month, BSNL had issued fresh bids for franchisees across the country to roll WiMAX operations, a technology that allows users the wirelessly access high-speed internet and other data applications over a large area. The telco was forced to abort its previous tender in light of dubious operators making it to the final shortlist. BSNL expects WiMAX to generate multi-billion dollar revenues over the next 10 years.
"Once the price for the WiMAX frequencies are determined, this will be deducted from the revenues of the franchisee, who runs these operations for us. The revenue share between the successful bidders and BSNL will only be worked out after the spectrums fee has been factored out," the telco's CMD Kuldeep Goyal told ET. This implies, BSNL's partners for WiMAX, who are yet to be determined, will have to jointly shell out a minimum of Rs 2,020 crore.
In BSNL's new tender for WiMAX services across 16 circles, the telco has categorically said bids will be restricted to original equipment manufacturers and system integrators, including IT with a minimum turnover of Rs 100 crore each for the past two years.
In the remaining circles — Gujarat, Maharashtra (including Goa) and Andhra Pradesh — BSNL already has already tied-up with the US-headquartered Soma Networks. The company's CEO Yatish S Pathak told ET that Soma had just launched services, while adding that it invest about $200 million across these three circles to expand operations. These three circles are likely to have a base price of Rs 160 crore each for WiMAX spectrums, which will have to be paid by revenues generated from Soma Networks.
While the deal with Soma had raised concerns with certain sections of the industry who said BSNL had appointed this franchisee without going through a bidding process, Mr Pathak clarified that the company had obtained clearance from the Central Vigilance Commission for partnering PSU.
"We signed the deal with BSNL in 2007, after about 24 months of testing our services. Then, there were no other players offering similar services and technologies for BSNL to go in for a bidding process," he added.
On allegations by the WiMAX Forum that Soma Networks was deploying WiMAX in FDD format, a technology standard that is not recognised by the forum globally, Mr Pathak said the company was addressing these concerns and changing its networks and equipment to the TDD technology standards.
http://economictimes.indiatimes.com/News/News-By-Industry/Telecom/BSNL-may-charge-one-time-fee-from-WiMAX-bid-winner/articleshow/4777846.cms
terça-feira, 14 de julho de 2009
Clearwire officially launches WiMax in Vegas
Jul 7, 2009 5:58 PM, By Kevin Fitchard
Launch tally now up to 4 as Clearwire prepares for Chicago and Dallas
On July 21, Clearwire’s mobile broadband service will go live in Las Vegas, making it the fourth commercial launch market for its mobile WiMax service. The service rollout, along with the Atlanta’s launch month, is likely just the beginning of a flurry of activity this summer and fall, resulting in a WiMax footprint covering at least 10 metro markets by year end.
Las Vegas is actually one of the first WiMax markets Clearwire (NASDAQ:CLWR) began constructing. As early as CTIA in 2007, Motorola (NYSE:MOT) had a functioning trial network operating in the Las Vegas strip, but since then it has expanded the WiMax footprint considerably. According to Clearwire’s coverage maps, the network now covers all of Las Vegas and most of its surrounding communities, including Paradise—where a large portion of the Las Vegas Strip is located—Henderson and Nellis Air Force Base.
As it did in Atlanta, Clearwire quietly started offering the Clear service to customers months before the official launch date. The first signs of activity are now emerging in its next markets, Chicago and Dallas. Blog Phonenews.com found advertisements in Craigslist purportedly placed by Clearwire seeking new salesman for its forthcoming launches in those cities.
Las Vegas is the last of three markets in which Clearwire had begun building last year. The next wave of rollouts—of which the Chicago and Dallas networks are part—shift to WiMax networks Sprint begun before it merged its 4G assets with Clearwire. Integrating those networks may prove tricky as Clearwire hasn’t yet reconciled its back office systems with those developed for Sprint. The Sprint-built Baltimore network still operates independently from the growing Clearwire footprint, but Clearwire has promised to integrate the two systems by year end.
In addition, to the new markets, Clearwire is ramping up its other activities. Two of its investors, Sprint and Comcast have already launched mobile virtual network operator services using the WiMax network, and its first embedded consumer electronics device besides a laptop the Samsung Mondi is expected soon. Samsung said the device would begin shipping to Clearwire in the second quarter.
http://telephonyonline.com/3g4g/news/Clearwire-launch-Vegas-0707/
Launch tally now up to 4 as Clearwire prepares for Chicago and Dallas
On July 21, Clearwire’s mobile broadband service will go live in Las Vegas, making it the fourth commercial launch market for its mobile WiMax service. The service rollout, along with the Atlanta’s launch month, is likely just the beginning of a flurry of activity this summer and fall, resulting in a WiMax footprint covering at least 10 metro markets by year end.
Las Vegas is actually one of the first WiMax markets Clearwire (NASDAQ:CLWR) began constructing. As early as CTIA in 2007, Motorola (NYSE:MOT) had a functioning trial network operating in the Las Vegas strip, but since then it has expanded the WiMax footprint considerably. According to Clearwire’s coverage maps, the network now covers all of Las Vegas and most of its surrounding communities, including Paradise—where a large portion of the Las Vegas Strip is located—Henderson and Nellis Air Force Base.
As it did in Atlanta, Clearwire quietly started offering the Clear service to customers months before the official launch date. The first signs of activity are now emerging in its next markets, Chicago and Dallas. Blog Phonenews.com found advertisements in Craigslist purportedly placed by Clearwire seeking new salesman for its forthcoming launches in those cities.
Las Vegas is the last of three markets in which Clearwire had begun building last year. The next wave of rollouts—of which the Chicago and Dallas networks are part—shift to WiMax networks Sprint begun before it merged its 4G assets with Clearwire. Integrating those networks may prove tricky as Clearwire hasn’t yet reconciled its back office systems with those developed for Sprint. The Sprint-built Baltimore network still operates independently from the growing Clearwire footprint, but Clearwire has promised to integrate the two systems by year end.
In addition, to the new markets, Clearwire is ramping up its other activities. Two of its investors, Sprint and Comcast have already launched mobile virtual network operator services using the WiMax network, and its first embedded consumer electronics device besides a laptop the Samsung Mondi is expected soon. Samsung said the device would begin shipping to Clearwire in the second quarter.
http://telephonyonline.com/3g4g/news/Clearwire-launch-Vegas-0707/
Nokia Siemens diminui investimento em WiMAX
da Redação
Empresa concentra mais recursos na evolução HSPA + e LTE, área que deverá adquirir da Nortel
A Nokia Siemens deverá fazer um novo movimento estratégico no mercado wireless. Segundo entrevista de Marc Rouanne, responsável pela área de acesso via rádio da empresa, a joint venture está diminuindo o volume de investimentos que dedicava aos sistemas WiMAX. Em entrevista ao site Unstrung, ele disse que essa decisão se baseia uma aceleração da demanda nos últimos meses para plataformas HSPA + e LTE (Long Term Evolution). A empresa deverá fazer uma proposta de US$ 650 milhões no leilão da unidade wireless da Nortel, que será realizado na próxima semana, e deverá incluir os desenvolvimentos da empresa canadense nessa área nos seus produtos.
Rouanne ressaltou, entretanto, que a Nokia Siemens não deverá abandonar o mercado de WiMAX onde, segundo ele, a empresa tem uma presença importante. Ele informou que a fabricante busca por fornedores e parceiros nessa área que possam lhes entregar o que eles desenvolviam internamente. Isso envolve, por exemplo, produtos de terceiros para sistemas de radiofrequência.
O executivo evitou adiantar quais são os possíveis parceiros que a empresa analisa no mercado de WiMAX. Mas aumentam as especulações de um acordo com a empresa israelense Alvarion que, até recentemente, teve parceria com a Nortel.
A Nokia Siemens não é a primeira a anunciar que diminuiu o ritmo de investimentos em WiMAX. No final do ano passado, a Alcatel Lucent comunicou que deixou a área de WiMAX móvel mas continuou presente na área de sistemas fixos dessa tecnologia. A Ericsson já havia se retirado há três anos desse mercado. Já a Huawei, Motorola, Samsung e ZTE continuam a apostar no uso do WiMAX móvel para acesso.
De acordo com a consultoria Maravedis, o mercado de WiMAX deverá crescer nos próximos anos e gerar negócios da ordem de US$ 4 bilhões em 2104, quando se espera uma base de assinantes que usam essa tecnologia próxima a 75 milhões de clientes em todo o mundo.
http://www.telecomonline.com.br/noticias/nokia-siemens-diminui-investimento-em-wimax
Empresa concentra mais recursos na evolução HSPA + e LTE, área que deverá adquirir da Nortel
A Nokia Siemens deverá fazer um novo movimento estratégico no mercado wireless. Segundo entrevista de Marc Rouanne, responsável pela área de acesso via rádio da empresa, a joint venture está diminuindo o volume de investimentos que dedicava aos sistemas WiMAX. Em entrevista ao site Unstrung, ele disse que essa decisão se baseia uma aceleração da demanda nos últimos meses para plataformas HSPA + e LTE (Long Term Evolution). A empresa deverá fazer uma proposta de US$ 650 milhões no leilão da unidade wireless da Nortel, que será realizado na próxima semana, e deverá incluir os desenvolvimentos da empresa canadense nessa área nos seus produtos.
Rouanne ressaltou, entretanto, que a Nokia Siemens não deverá abandonar o mercado de WiMAX onde, segundo ele, a empresa tem uma presença importante. Ele informou que a fabricante busca por fornedores e parceiros nessa área que possam lhes entregar o que eles desenvolviam internamente. Isso envolve, por exemplo, produtos de terceiros para sistemas de radiofrequência.
O executivo evitou adiantar quais são os possíveis parceiros que a empresa analisa no mercado de WiMAX. Mas aumentam as especulações de um acordo com a empresa israelense Alvarion que, até recentemente, teve parceria com a Nortel.
A Nokia Siemens não é a primeira a anunciar que diminuiu o ritmo de investimentos em WiMAX. No final do ano passado, a Alcatel Lucent comunicou que deixou a área de WiMAX móvel mas continuou presente na área de sistemas fixos dessa tecnologia. A Ericsson já havia se retirado há três anos desse mercado. Já a Huawei, Motorola, Samsung e ZTE continuam a apostar no uso do WiMAX móvel para acesso.
De acordo com a consultoria Maravedis, o mercado de WiMAX deverá crescer nos próximos anos e gerar negócios da ordem de US$ 4 bilhões em 2104, quando se espera uma base de assinantes que usam essa tecnologia próxima a 75 milhões de clientes em todo o mundo.
http://www.telecomonline.com.br/noticias/nokia-siemens-diminui-investimento-em-wimax
terça-feira, 30 de junho de 2009
Comcast Starts Offering Clearwire WiMax Service
By Glenn Fleishman
Special to Wi-Fi Networking News
Permanently archived item
[1] As expected, Comcast will resell Clearwire's WiMax service: The Comcast High-Speed 2Go brand will be powered by Clearwire, starting in Portland. Comcast is focused on the mobile part, of course, since the company has its own extensive residential and business fixed broadband portfolio. Comcast has invested in Clearwire, and has previously resold Sprint Nextel service, as well.
The company will offer a Metro plan and card that works only in the WiMax footprint area, and a Nationwide plan and card that offers 3G everywhere Sprint has it, and 4G within WiMax footprints.
Comcast is using the power of the bundle, where the reduced cost in presenting and collecting multiple bills results in savings for the company and the consumer, with a 12-month introductory rate. A $50/mo bundle pairs 12 Mbps home cable broadband with WiMax service; consumers can add national 3G service for another $20/mo. The rate after 12 months is $73/mo for WiMax and $93/mo for 3G+WiMax, or $30 to $50 above the current 12 Mbps broadband rate. You pay separately for a broadband dongle, likely under $100, but that information wasn't provided yet.
Clearwire charges $50/mo for unlimited consumer roaming, and has a variety of business plans for shared bandwidth among multiple accounts. Sprint has a combined 3G/4G plan that's $80/mo (with a 2-year contract) that includes 5 GB per month of 3G bandwidth and unlimited 4G bandwidth. Comcast appears to be following both firms' leads on that topic.
With either plan, it looks like a fairly enormous discount, especially during the introductory year, but also thereafter.
URLs referenced:
[1]
Special to Wi-Fi Networking News
Permanently archived item
[1] As expected, Comcast will resell Clearwire's WiMax service: The Comcast High-Speed 2Go brand will be powered by Clearwire, starting in Portland. Comcast is focused on the mobile part, of course, since the company has its own extensive residential and business fixed broadband portfolio. Comcast has invested in Clearwire, and has previously resold Sprint Nextel service, as well.
The company will offer a Metro plan and card that works only in the WiMax footprint area, and a Nationwide plan and card that offers 3G everywhere Sprint has it, and 4G within WiMax footprints.
Comcast is using the power of the bundle, where the reduced cost in presenting and collecting multiple bills results in savings for the company and the consumer, with a 12-month introductory rate. A $50/mo bundle pairs 12 Mbps home cable broadband with WiMax service; consumers can add national 3G service for another $20/mo. The rate after 12 months is $73/mo for WiMax and $93/mo for 3G+WiMax, or $30 to $50 above the current 12 Mbps broadband rate. You pay separately for a broadband dongle, likely under $100, but that information wasn't provided yet.
Clearwire charges $50/mo for unlimited consumer roaming, and has a variety of business plans for shared bandwidth among multiple accounts. Sprint has a combined 3G/4G plan that's $80/mo (with a 2-year contract) that includes 5 GB per month of 3G bandwidth and unlimited 4G bandwidth. Comcast appears to be following both firms' leads on that topic.
With either plan, it looks like a fairly enormous discount, especially during the introductory year, but also thereafter.
URLs referenced:
[1]
Atlanta First Big Move for New Clearwire
Sure, Clearwire has Baltimore and Portland, but Atlanta eclipses those: The Clear network in Atlanta spans 1,200 sq mi and passes 3m people. Given the hideous commute and highway backups, I can see a ubiquitous network that's cheaper than and faster than 3G competitors being a windshield warrior and mobile work team must-have. Clearwire maintains that 4 to 6 Mbps downstream is typical, with an over 15 Mbps burst rate.
Clearwire pairs the Atlanta announcement with a laundry list of gear customers can use to connect, which has increased considerably in the last few months.
Wireless networks are always a chicken-and-egg problem. Wi-Fi insinuated itself into nearly every mobile device because there was no network lock in. You could install one hot spot and have one adapter and have all the freedom you needed to cut the cord. Wi-Fi became cheap to include in mobile devices years ago, and required no carrier or regulator relationship.
Cellular 3G and 4G networks have a harder row to hoe because every adapter will have both high cost and provider lock in. 3G cell modems are starting to become a standard feature on some netbooks and laptops, although it's a financial risk to the makers of these computers, as the underlying cost of mobile broadband modems remains high. If the user never activates the modem, or cancels within a short period, the buyer isn't bearing the full cost of that adapter based on the current model. (It's not clear whether carriers and/or modem makers absorb some of this risk to ship more adapters and gain more customers, too.)
For Clearwire, it's a bit different, because Motorola and Samsung are both major investors and principle equipment manufacturers. This can be awkward, because the two makers can't offer gear to Clearwire at cost, but neither do they have a motivation to extract every last dollar.
Clearwire notes in this release how many WiMax adapter are now available, and in what variety. For laptops, there's a $60 (or $5/mo) USB modem. This takes care of legacy laptops and even desktop computers. USB modems for 3G networks have multiplied and added features (such as having a microSD slot) because the ability to move the modem among multiple computers is desirable.
For home users, there's the Clear Residential Modem, which is $80 or $5/mo; voice calling requires an additional $15 adapter and a $25/mo calling plan (competitive with Vonage, and from half to one-third less than Comcast's).
Apparently, this is the soft launch of Clearwire's Clear Spot, a Wi-Fi/WiMax gateway ($140), which is battery powered and requires a Clear USB modem. As I previously noted ("Clearwire Offers CradlePoint WiMax/Wi-Fi Hotspot," 31-March-2009), this is a Clearwire-enabled version of a product that CradlePoint has offered for some time. On the laptop side, Clearwire lists a variety of Dell, Fujitsu, Lenovo, Samsung, and Toshiba notebooks and netbooks. A Panasonic Toughbook is coming later this year.
An anticipated 3G/4G broadband modem is due "this summer," which will combine Sprint 3G with Clearwire WiMax, and start allowing business customers in Clear coverage areas to upgrade to have the benefit of a faster network at home and roaming while away, or in weak WiMax coverage areas.
http://feedproxy.google.com/~r/wifinetnews_atom/~3/MPrCoh70bbM/atlanta_first_big_move_for_new_clearwire.html
Clearwire pairs the Atlanta announcement with a laundry list of gear customers can use to connect, which has increased considerably in the last few months.
Wireless networks are always a chicken-and-egg problem. Wi-Fi insinuated itself into nearly every mobile device because there was no network lock in. You could install one hot spot and have one adapter and have all the freedom you needed to cut the cord. Wi-Fi became cheap to include in mobile devices years ago, and required no carrier or regulator relationship.
Cellular 3G and 4G networks have a harder row to hoe because every adapter will have both high cost and provider lock in. 3G cell modems are starting to become a standard feature on some netbooks and laptops, although it's a financial risk to the makers of these computers, as the underlying cost of mobile broadband modems remains high. If the user never activates the modem, or cancels within a short period, the buyer isn't bearing the full cost of that adapter based on the current model. (It's not clear whether carriers and/or modem makers absorb some of this risk to ship more adapters and gain more customers, too.)
For Clearwire, it's a bit different, because Motorola and Samsung are both major investors and principle equipment manufacturers. This can be awkward, because the two makers can't offer gear to Clearwire at cost, but neither do they have a motivation to extract every last dollar.
Clearwire notes in this release how many WiMax adapter are now available, and in what variety. For laptops, there's a $60 (or $5/mo) USB modem. This takes care of legacy laptops and even desktop computers. USB modems for 3G networks have multiplied and added features (such as having a microSD slot) because the ability to move the modem among multiple computers is desirable.
For home users, there's the Clear Residential Modem, which is $80 or $5/mo; voice calling requires an additional $15 adapter and a $25/mo calling plan (competitive with Vonage, and from half to one-third less than Comcast's).
Apparently, this is the soft launch of Clearwire's Clear Spot, a Wi-Fi/WiMax gateway ($140), which is battery powered and requires a Clear USB modem. As I previously noted ("Clearwire Offers CradlePoint WiMax/Wi-Fi Hotspot," 31-March-2009), this is a Clearwire-enabled version of a product that CradlePoint has offered for some time. On the laptop side, Clearwire lists a variety of Dell, Fujitsu, Lenovo, Samsung, and Toshiba notebooks and netbooks. A Panasonic Toughbook is coming later this year.
An anticipated 3G/4G broadband modem is due "this summer," which will combine Sprint 3G with Clearwire WiMax, and start allowing business customers in Clear coverage areas to upgrade to have the benefit of a faster network at home and roaming while away, or in weak WiMax coverage areas.
http://feedproxy.google.com/~r/wifinetnews_atom/~3/MPrCoh70bbM/atlanta_first_big_move_for_new_clearwire.html
Consórcio russo se qualifica em leilão de WiMAX no Peru
| da Redação
BWDC-Metsanco apresentou proposta para oferecer telefonia sem fio e banda larga em todo o país
O consórcio BWDC-Metsanco, com operações na Rússia, foi qualificado no processo de concessão de licenças para uso das faixas de 2.668 MHz a 2.692 MHz no Peru. Ele apresentou proposta para a prestação de serviço de telefonia sem fio e de acesso à Internet em todo o país, com o uso da plataforma WiMAX. Também compareceram no leilão promovido pela ProInversión, agência peruana de promoção de investimentos privados, a venezuelana Omnivisión e a Perusat. Mas ambas não conseguiram se qualificar.
Formado pelas empresas Bradband Wireless Development Corporation (atua nas Ilhas Virgens) e Metsanco Limited (Chipre), ambas do grupo Scartel, o consórcio BWDC-Metsanco tem operações importantes de telefonia sem fio na Rússia, onde atua com a marca Yotta. Em número dxe usuários, a Yotta conta mais de 50 mil assinantes de banda larga
http://www.telecomonline.com.br/noticias/consorcio-russo-se-qualifica-em-leilao-de-wimax-no-peru
BWDC-Metsanco apresentou proposta para oferecer telefonia sem fio e banda larga em todo o país
O consórcio BWDC-Metsanco, com operações na Rússia, foi qualificado no processo de concessão de licenças para uso das faixas de 2.668 MHz a 2.692 MHz no Peru. Ele apresentou proposta para a prestação de serviço de telefonia sem fio e de acesso à Internet em todo o país, com o uso da plataforma WiMAX. Também compareceram no leilão promovido pela ProInversión, agência peruana de promoção de investimentos privados, a venezuelana Omnivisión e a Perusat. Mas ambas não conseguiram se qualificar.
Formado pelas empresas Bradband Wireless Development Corporation (atua nas Ilhas Virgens) e Metsanco Limited (Chipre), ambas do grupo Scartel, o consórcio BWDC-Metsanco tem operações importantes de telefonia sem fio na Rússia, onde atua com a marca Yotta. Em número dxe usuários, a Yotta conta mais de 50 mil assinantes de banda larga
http://www.telecomonline.com.br/noticias/consorcio-russo-se-qualifica-em-leilao-de-wimax-no-peru
Brazil plans new mobile broadband auction as demand outruns capacity
By CAROLINE GABRIEL
Published: 29 June, 2009
Brazil is set to auction new licenses for mobile data services, even though its long planned 2.5GHz WiMAX spectrum sale is still being held up by regulatory disputes, mainly over whether mobile services should be allowed in the band.
While the government and cellco lobbyists continue to debate that one, delaying the auction further, regulator Anatel hopes to open up new mobile broadband frequencies more quickly in other, less contentious parts of the spectrum, claiming that the current wired and wireless broadband networks in the country cannot keep up with demand.
Brazil is likely hold its additional auction in 2010, probably in the 2.1GHz band, a response to growing consumer demand for these services, said Roberto Pinto Martins, telecoms secretary at the Communications Ministry. But he would not comment on whether this spectrum would be technology neutral, or targeted specifically at WiMAX, UMTS and/or LTE. The main focus will be greater urban capacity, said the Dow Jones report.
Mobile operators, including Vivo, TIM and America Movil subsidiary Claro, plan to spend more than Real10bn ($5.2bn) this year on 3G networks.
Brazil is expected to be one of the major markets for WiMAX, especially with some operators considering a plan to leapfrog 3G and go straight to 4G. However, the auction of licenses has been repeatedly delayed and earlier this month Neotec, the organization that represents Brazil's operators of MMDS services - the multichannel, multipoint offerings already present in 2.5GHz - says lobbying by Ericsson and Qualcomm has stirred up repeated battles between Neotec and Anatel, which are now involving the Brazilian Congress. Brazil's 3G operators reportedly fear 'unfair competition' from MMDS operators if these are allowed to offer mobile services (they paid large sums for their 3G licenses, though build-out has hardly begun, while some 2.5GHz franchises were sold very cheaply and new auctions are also expected to be affordable.
http://www.rethink-wireless.com/?article_id=1619
Published: 29 June, 2009
Brazil is set to auction new licenses for mobile data services, even though its long planned 2.5GHz WiMAX spectrum sale is still being held up by regulatory disputes, mainly over whether mobile services should be allowed in the band.
While the government and cellco lobbyists continue to debate that one, delaying the auction further, regulator Anatel hopes to open up new mobile broadband frequencies more quickly in other, less contentious parts of the spectrum, claiming that the current wired and wireless broadband networks in the country cannot keep up with demand.
Brazil is likely hold its additional auction in 2010, probably in the 2.1GHz band, a response to growing consumer demand for these services, said Roberto Pinto Martins, telecoms secretary at the Communications Ministry. But he would not comment on whether this spectrum would be technology neutral, or targeted specifically at WiMAX, UMTS and/or LTE. The main focus will be greater urban capacity, said the Dow Jones report.
Mobile operators, including Vivo, TIM and America Movil subsidiary Claro, plan to spend more than Real10bn ($5.2bn) this year on 3G networks.
Brazil is expected to be one of the major markets for WiMAX, especially with some operators considering a plan to leapfrog 3G and go straight to 4G. However, the auction of licenses has been repeatedly delayed and earlier this month Neotec, the organization that represents Brazil's operators of MMDS services - the multichannel, multipoint offerings already present in 2.5GHz - says lobbying by Ericsson and Qualcomm has stirred up repeated battles between Neotec and Anatel, which are now involving the Brazilian Congress. Brazil's 3G operators reportedly fear 'unfair competition' from MMDS operators if these are allowed to offer mobile services (they paid large sums for their 3G licenses, though build-out has hardly begun, while some 2.5GHz franchises were sold very cheaply and new auctions are also expected to be affordable.
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Destinação da faixa de 2,5 GHz divide também área técnica da Anatel
Por Lúcia Berbert
26 de junho de 2009
A destinação da faixa de 2,5 GHz, decisão que vem sendo adiada pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) desde o início do ano, não tem consenso nem na área técnica. Em exposição da proposta em estudo hoje no Conselho Consultivo da agência, o superintendente de Serviços de Comunicação Multimídia, Ara Minassian, defendeu a destinação de 110 MHz dos 190 MHz disponíveis na faixa para as operadoras de MMDS (TV paga por micro-ondas). Segundo ele, sem esse espaço, as operadoras não poderão competir com as demais operadoras de TV paga, que usam outra tecnologia.
“É preciso oferecer condições de competição para todos os prestadores de serviços”, defendeu Minassian, que é favorável a liberação do uso do espectro para que as operadoras do MMDS ofereçam serviço de banda larga a seus clientes. Ele disse que a legislação atual permite a mudança da destinação da faixa a qualquer tempo. “Não é preciso fazer antecipadamente reserva de mercado para uma única tecnologia”, disse, criticando a posição dos que defendem a destinação de maior parte da faixa de 2,5 GHz para o serviço móvel de quarta geração, como recomenda a UIT (União Internacional de Telecomunicações).
O superintendente de Radiofrequência e Fiscalização da agência, Edilson Ribeiro, discorda. Segundo ele, não se faz engenharia de espectro em menos de 10 anos, o que dificultaria mudar repentinamente a destinação de uma faixa. “A de 2,5 GHz foi definida ao IMT e seus sucessores há 10 anos”, disse.
O diretor de Relações Governamentais da Qualcomm, Francisco Giacomini, que acompanhou a reunião do Conselho Consultivo, também criticou a posição de Minassian. Ele ressaltou que a prestação de TV por assinatura não necessita necessariamente do uso de espectro como a telefonia móvel. “As operadoras de MMDS poderiam oferecer serviço de banda larga a seus clientes com apenas 50 MHz de banda da faixa de 2,5 GHz”, disse, recomendando que o serviço de TV paga dessas operadoras seja transmitido por cabo ou DTH (satélite).
26 de junho de 2009
A destinação da faixa de 2,5 GHz, decisão que vem sendo adiada pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) desde o início do ano, não tem consenso nem na área técnica. Em exposição da proposta em estudo hoje no Conselho Consultivo da agência, o superintendente de Serviços de Comunicação Multimídia, Ara Minassian, defendeu a destinação de 110 MHz dos 190 MHz disponíveis na faixa para as operadoras de MMDS (TV paga por micro-ondas). Segundo ele, sem esse espaço, as operadoras não poderão competir com as demais operadoras de TV paga, que usam outra tecnologia.
“É preciso oferecer condições de competição para todos os prestadores de serviços”, defendeu Minassian, que é favorável a liberação do uso do espectro para que as operadoras do MMDS ofereçam serviço de banda larga a seus clientes. Ele disse que a legislação atual permite a mudança da destinação da faixa a qualquer tempo. “Não é preciso fazer antecipadamente reserva de mercado para uma única tecnologia”, disse, criticando a posição dos que defendem a destinação de maior parte da faixa de 2,5 GHz para o serviço móvel de quarta geração, como recomenda a UIT (União Internacional de Telecomunicações).
O superintendente de Radiofrequência e Fiscalização da agência, Edilson Ribeiro, discorda. Segundo ele, não se faz engenharia de espectro em menos de 10 anos, o que dificultaria mudar repentinamente a destinação de uma faixa. “A de 2,5 GHz foi definida ao IMT e seus sucessores há 10 anos”, disse.
O diretor de Relações Governamentais da Qualcomm, Francisco Giacomini, que acompanhou a reunião do Conselho Consultivo, também criticou a posição de Minassian. Ele ressaltou que a prestação de TV por assinatura não necessita necessariamente do uso de espectro como a telefonia móvel. “As operadoras de MMDS poderiam oferecer serviço de banda larga a seus clientes com apenas 50 MHz de banda da faixa de 2,5 GHz”, disse, recomendando que o serviço de TV paga dessas operadoras seja transmitido por cabo ou DTH (satélite).
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Para Qualcomm, licitação da faixa de 2,5 GHz não sai antes de 2012.
Por Lúcia Berbert
25 de junho de 2009
A Qualcomm lança os dois primeiros processadores para a tecnologia LTE (quarta geração) para o terceiro trimestre deste ano. Em 2010, serão lançados os primeiros aparelhos que carregarão esses processadores. O anúncio foi feito hoje o diretor Corporativo da companhia, Paulo Breviglieri., no seminário LTE – Tecnologia e Mercado, que reuniu fabricantes, operadoras, representantes do governo e consultores do mercado, em Brasília. Segundo ele, os aparelhos ainda não têm preços, mas acredita que serão compatíveis com a escala de produção. “As previsões dos analistas são de que a LTE crescerá a taxas anuais superiores a 400%, chegando em 2014 com cerca de 130 a 140 milhões de usuários no mundo.
A participação expressiva do Brasil nesse mercado, de acordo com Breviglieri, ainda vai demorar. Isto porque ele não acredita que a licitação da faixa de 2,5 GHz, que deverá ser destinada a essa tecnologia, não acontecerá antes de 2012. Antes disso, avalia, não haverá espaço de tempo suficiente para concluir a regulamentação do uso da faixa e preparar o edital. Depois de licitada, ainda será necessário um tempo não inferior a nove meses para que as operadoras implantem suas redes. “Acho que a realização da Copa do Mundo no Brasil em 2014 pode apressar um pouco as decisões”, disse.
Segundo Breviglieri, a Qualcomm é favorável a qualquer partilha da faixa de 2,5 GHz para a quarta geração, desde que compatível com o que recomenda a UIT (União Internacional de Telecomunicações) e Cistel e conveniente para o mercado. “Nós defendemos o máximo da faixa possível para a LTE, porque consideramos essa como a evolução das tecnologias móveis atuais”, disse. Dentro do cenário atual, a companhia defende a destinação de 140 MHz para a tecnologia, sendo dois módulos de 70 MHz e um módulo de 50 MHz no meio para o MMDS (TV paga por micro-ondas), que já ocupa a faixa.
Brleviglieri disse que uma operadora com menos de 20 MHz não poderá oferecer o máximo que a tecnologia pode render. “Com um bloco de 10 MHz, a velocidade máxima, por exemplo, cai para menos da metade”, disse. Ele não sabe como seria dividido cada bloco de 70 MHz entre as operadoras, porque alguma teria que ficar com apenas 10 MHz.
http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=12331&Itemid=105
25 de junho de 2009
A Qualcomm lança os dois primeiros processadores para a tecnologia LTE (quarta geração) para o terceiro trimestre deste ano. Em 2010, serão lançados os primeiros aparelhos que carregarão esses processadores. O anúncio foi feito hoje o diretor Corporativo da companhia, Paulo Breviglieri., no seminário LTE – Tecnologia e Mercado, que reuniu fabricantes, operadoras, representantes do governo e consultores do mercado, em Brasília. Segundo ele, os aparelhos ainda não têm preços, mas acredita que serão compatíveis com a escala de produção. “As previsões dos analistas são de que a LTE crescerá a taxas anuais superiores a 400%, chegando em 2014 com cerca de 130 a 140 milhões de usuários no mundo.
A participação expressiva do Brasil nesse mercado, de acordo com Breviglieri, ainda vai demorar. Isto porque ele não acredita que a licitação da faixa de 2,5 GHz, que deverá ser destinada a essa tecnologia, não acontecerá antes de 2012. Antes disso, avalia, não haverá espaço de tempo suficiente para concluir a regulamentação do uso da faixa e preparar o edital. Depois de licitada, ainda será necessário um tempo não inferior a nove meses para que as operadoras implantem suas redes. “Acho que a realização da Copa do Mundo no Brasil em 2014 pode apressar um pouco as decisões”, disse.
Segundo Breviglieri, a Qualcomm é favorável a qualquer partilha da faixa de 2,5 GHz para a quarta geração, desde que compatível com o que recomenda a UIT (União Internacional de Telecomunicações) e Cistel e conveniente para o mercado. “Nós defendemos o máximo da faixa possível para a LTE, porque consideramos essa como a evolução das tecnologias móveis atuais”, disse. Dentro do cenário atual, a companhia defende a destinação de 140 MHz para a tecnologia, sendo dois módulos de 70 MHz e um módulo de 50 MHz no meio para o MMDS (TV paga por micro-ondas), que já ocupa a faixa.
Brleviglieri disse que uma operadora com menos de 20 MHz não poderá oferecer o máximo que a tecnologia pode render. “Com um bloco de 10 MHz, a velocidade máxima, por exemplo, cai para menos da metade”, disse. Ele não sabe como seria dividido cada bloco de 70 MHz entre as operadoras, porque alguma teria que ficar com apenas 10 MHz.
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Operadores querem a destinação de 140 dos 190 MHz da faixa de 2,5 GHz para a LTE
Por Lúcia Berbert
25 de junho de 2009
A definição imediata da destinação da faixa de 2,5 GHz pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) foi defendida hoje pelo vice-presidente de Políticas Públicas da GSM Association, Ricardo Tavares. Ele disse que a demora atrasa os investimentos pelas operadoras móveis na tecnologia de quarta geração, que precisam para atender a enorme demanda de acesso a banda larga verificada no país. “Nos últimos seis meses, o número de usuários da 3G dobrou e hoje estamos com seis milhões de assinantes em terminais mais três milhões em modems. Até o final do ano, a tendência é de que esses números dobrem de novo”, disse.
Tavares, que falou sobre o mercado mundial da quarta geração móvel no seminário LTE – Tecnologia e Mercado, em Brasília, reivindica a destinação de 140 dos 190 MHz da faixa de 2,5 GHz para a LTE, ficando os 50 MHz restantes para o MMDS (TV paga por micro-ondas), que hoje ocupa quase toda a faixa. “Menos do que isso, não dápara atender as cinco operadoras móveis que operam hoje no mercado brasileiro”, disse.
A Anatel estuda a destinação de 110 MHz para a LTE, enquanto os 80 MHz restantes ficariam para as operadoras de MDS, espaço que a GSM Association considera insuficiente. “Nossa expectativa é de que o novo conselheiro da agência, João Rezende, apresse a decisão sobre a faixa”, disse Tavares. Ele adiantou que de seis a nove meses após a licitação, as operadoras móveis poderão implantar a quarta geração no Brasil.
Para Tavares, além das altas velocidades – inicio em 50 Mbps – a LTE é compatível com as tecnologias anteriores, como WCDMA e HSPA, ambas de terceira geração. Ele acredita também que quanto antes o país decidir pela LTE, a pesquisa e desenvolvimento bem como a indústria irão crescer e trarão mais valor agregado à economia brasileira. “Faço um apelo ao governo e à Anatel para aproveitar esta oportunidade de fortalecer ainda mais o Brasil”, disse.
Tavares defendeu também que o acesso ao espectro seja feito por meio de leilão, que considera o mecanismo mais transparente. Ele reivindica ainda que o governo, ao elaborar o edital, tenha como objetivo principal maximizar o acesso à banda larga móvel e não ao preço maior. E sugeriu a troca de valor por compromissos, como aconteceu na licitação do 3G.
http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=12328&Itemid=105
25 de junho de 2009
A definição imediata da destinação da faixa de 2,5 GHz pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) foi defendida hoje pelo vice-presidente de Políticas Públicas da GSM Association, Ricardo Tavares. Ele disse que a demora atrasa os investimentos pelas operadoras móveis na tecnologia de quarta geração, que precisam para atender a enorme demanda de acesso a banda larga verificada no país. “Nos últimos seis meses, o número de usuários da 3G dobrou e hoje estamos com seis milhões de assinantes em terminais mais três milhões em modems. Até o final do ano, a tendência é de que esses números dobrem de novo”, disse.
Tavares, que falou sobre o mercado mundial da quarta geração móvel no seminário LTE – Tecnologia e Mercado, em Brasília, reivindica a destinação de 140 dos 190 MHz da faixa de 2,5 GHz para a LTE, ficando os 50 MHz restantes para o MMDS (TV paga por micro-ondas), que hoje ocupa quase toda a faixa. “Menos do que isso, não dápara atender as cinco operadoras móveis que operam hoje no mercado brasileiro”, disse.
A Anatel estuda a destinação de 110 MHz para a LTE, enquanto os 80 MHz restantes ficariam para as operadoras de MDS, espaço que a GSM Association considera insuficiente. “Nossa expectativa é de que o novo conselheiro da agência, João Rezende, apresse a decisão sobre a faixa”, disse Tavares. Ele adiantou que de seis a nove meses após a licitação, as operadoras móveis poderão implantar a quarta geração no Brasil.
Para Tavares, além das altas velocidades – inicio em 50 Mbps – a LTE é compatível com as tecnologias anteriores, como WCDMA e HSPA, ambas de terceira geração. Ele acredita também que quanto antes o país decidir pela LTE, a pesquisa e desenvolvimento bem como a indústria irão crescer e trarão mais valor agregado à economia brasileira. “Faço um apelo ao governo e à Anatel para aproveitar esta oportunidade de fortalecer ainda mais o Brasil”, disse.
Tavares defendeu também que o acesso ao espectro seja feito por meio de leilão, que considera o mecanismo mais transparente. Ele reivindica ainda que o governo, ao elaborar o edital, tenha como objetivo principal maximizar o acesso à banda larga móvel e não ao preço maior. E sugeriu a troca de valor por compromissos, como aconteceu na licitação do 3G.
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sexta-feira, 26 de junho de 2009
Roberto Pinto Martins prevê licitação da faixa 3,5 GHz antes da de 2,5 GHz
A licitação da faixa de 3,5 GHz deve acontecer até o início do próximo ano, antes da venda de freqüências da faixa de 2,5 GHz. É o que prevê o secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Roberto Pinto Martins. Segundo ele, os entendimentos sobre a 3,5 GHz estão mais maduros, além dessa faixa não ter legados, como acontece com a de 2,5 GHz, que já acomoda o MMDS (TV paga por micro-ondas).Para Roberto Pinto Martins, a demanda da sociedade por acesso em banda larga à internet vai apressar a decisão da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) sobre a data do leilão. “É necessário fazer nova licitação para expansão de espectro para aprestação de serviço de banda larga”, frisou. Hoje, a faixa de 3,5 GHz é destinada aos serviços de telefonia fixa e banda larga, mas de acordo com a Guerreiro Consult 86% dela está disponível.O secretário de Telecomunicações do Minicom participou hoje da abertura do LTE – Tecnologia e Mercado, evento que reúne fabricantes, operadoras, representantes do governo e consultores do mercado, em Brasília, com o objetivo de apresentar ao mercado a tecnologia LTE em sua totalidade, explicando o seu funcionamento e mostrando as tendências do mercado mundial de comunicações móveis. Fabricantes e operadoras móveis reivindicam a destinação da faixa de 2,5 GHz, que está em discussão na Anatel, para esta tecnologia móvel de quarta geração, que garante acesso a banda larga em alta velocidade.Massificação e banda larga ruralDe acordo com Roberto Pinto Martins, o governo está preocupado em encontrar os meios para as tecnologias florescerem, mas sem afirmar que prefere esta ou aquela. “É claro que as nossas pretensões não são apenas de sermos usuários de tecnologias, existe um esforço dos ministérios das Comunicações, de Ciência e Tecnologia, com os fundos setoriais, de desenvolvermos tecnologia, mas essas duas coisas não devem se misturar, a busca de tecnologia com a prestação de serviço”, disse.Segundo Roberto Pinto Martins, dois temas ocupam o topo da agenda do governo na questão de telecomunicações: a massificação da banda larga e uma política específica para levar as facilidades de acesso, que hoje já existem nas zonas urbanas, para as áreas rurais. “Até porque a maioria das escolas públicas está localizada em áreas rurais e nós temos que dar uma resposta às necessidades de conexão delas”, disse. Porém, ressaltou que o planejamento é necessário. “É importante ter uma visão de longo prazo para as coisas que vão acontecer”, destacou, sem descartar o uso do WiMAX, tecnologia que disputa a mesma faixa que o LTE.O secretário lembrou que o Minicom está preparando uma portaria para destinação da faixa de 450 MHz para levar a banda larga para a zona rural e a Anatel também já abriu consulta pública para definição do uso da faixa, que tem grande penetração. “O espaço que dá para trabalhar com essa faixa é pequeno, de 20 MHz, e ainda tem que ser dividido com outros serviços”, justificou. Ele disse que o uso dessa faixa é mais barato para o atendimento de áreas de pouca densidade demográficas, já que seu alcance é grande, de até 50 quilômetros entre as estações de radiobase, mas o governo não tem preferência sobre a tecnologia que será usada. “O que está hoje mais disseminado para essa faixa é o CDMA 450”, disse.Roberto Pinto Martins disse que a licitação da faixa de 450 MHz não indicará a tecnologia a ser usada, porém o edital trará as contrapartidas para as operadoras que adquirirem freqüências. Ele acredita que o mercado terá interesse em levar a banda larga para as áreas rurais, serviço que ainda não despertou o interesse das teles. “As operadoras não tiveram interesse porque esta faixa não estava disponível, quando estiver o interesse aparece”, disse.
http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=12323&Itemid=105
http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=12323&Itemid=105
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Operadores querem a destinação de 140 dos 190 MHz da faixa de 2,5 GHz para a LTE
A definição imediata da destinação da faixa de 2,5 GHz pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) foi defendida hoje pelo vice-presidente de Políticas Públicas da GSM Association, Ricardo Tavares. Ele disse que a demora atrasa os investimentos pelas operadoras móveis na tecnologia de quarta geração, que precisam para atender a enorme demanda de acesso a banda larga verificada no país. “Nos últimos seis meses, o número de usuários da 3G dobrou e hoje estamos com seis milhões de assinantes em terminais mais três milhões em modems. Até o final do ano, a tendência é de que esses números dobrem de novo”, disse.Tavares, que falou sobre o mercado mundial da quarta geração móvel no seminário LTE – Tecnologia e Mercado, em Brasília, reivindica a destinação de 140 dos 190 MHz da faixa de 2,5 GHz para a LTE, ficando os 50 MHz restantes para o MMDS (TV paga por micro-ondas), que hoje ocupa quase toda a faixa. “Menos do que isso, não dápara atender as cinco operadoras móveis que operam hoje no mercado brasileiro”, disse.A Anatel estuda a destinação de 110 MHz para a LTE, enquanto os 80 MHz restantes ficariam para as operadoras de MDS, espaço que a GSM Association considera insuficiente. “Nossa expectativa é de que o novo conselheiro da agência, João Rezende, apresse a decisão sobre a faixa”, disse Tavares. Ele adiantou que de seis a nove meses após a licitação, as operadoras móveis poderão implantar a quarta geração no Brasil.Para Tavares, além das altas velocidades – inicio em 50 Mbps – a LTE é compatível com as tecnologias anteriores, como WCDMA e HSPA, ambas de terceira geração. Ele acredita também que quanto antes o país decidir pela LTE, a pesquisa e desenvolvimento bem como a indústria irão crescer e trarão mais valor agregado à economia brasileira. “Faço um apelo ao governo e à Anatel para aproveitar esta oportunidade de fortalecer ainda mais o Brasil”, disse.Tavares defendeu também que o acesso ao espectro seja feito por meio de leilão, que considera o mecanismo mais transparente. Ele reivindica ainda que o governo, ao elaborar o edital, tenha como objetivo principal maximizar o acesso à banda larga móvel e não ao preço maior. E sugeriu a troca de valor por compromissos, como aconteceu na licitação do 3G.
http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=12328&Itemid=105
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Ricardo Tavares,
WCDMA
Para Qualcomm, licitação da faixa de 2,5 GHz não sai antes de 2012.
A Qualcomm lança os dois primeiros processadores para a tecnologia LTE (quarta geração) para o terceiro trimestre deste ano. Em 2010, serão lançados os primeiros aparelhos que carregarão esses processadores. O anúncio foi feito hoje o diretor Corporativo da companhia, Paulo Bleviglieri, no seminário LTE – Tecnologia e Mercado, que reuniu fabricantes, operadoras, representantes do governo e consultores do mercado, em Brasília. Segundo ele, os aparelhos ainda não têm preços, mas acredita que serão compatíveis com a escala de produção. “As previsões dos analistas são de que a LTE crescerá a taxas anuais superiores a 400%, chegando em 2014 com cerca de 130 a 140 milhões de usuários no mundo.A participação expressiva do Brasil nesse mercado, de acordo com Bleviglieri, ainda vai demorar. Isto porque ele não acredita que a licitação da faixa de 2,5 GHz, que deverá ser destinada a essa tecnologia, não acontecerá antes de 2012. Antes disso, avalia, não haverá espaço de tempo suficiente para concluir a regulamentação do uso da faixa e preparar o edital. Depois de licitada, ainda será necessário um tempo não inferior a nove meses para que as operadoras implantem suas redes. “Acho que a realização da Copa do Mundo no Brasil em 2014 pode apressar um pouco as decisões”, disse.Segundo Bleviglieri, a Qualcomm é favorável a qualquer partilha da faixa de 2,5 GHz para a quarta geração, desde que compatível com o que recomenda a UIT (União Internacional de Telecomunicações) e Cistel e conveniente para o mercado. “Nós defendemos o máximo da faixa possível para a LTE, porque consideramos essa como a evolução das tecnologias móveis atuais”, disse. Dentro do cenário atual, a companhia defende a destinação de 140 MHz para a tecnologia, sendo dois módulos de 70 MHz e um módulo de 50 MHz no meio para o MMDS (TV paga por micro-ondas), que já ocupa a faixa.Bleviglieri disse que uma operadora com menos de 20 MHz não poderá oferecer o máximo que a tecnologia pode render. “Com um bloco de 10 MHz, a velocidade máxima, por exemplo, cai para menos da metade”, disse. Ele não sabe como seria dividido cada bloco de 70 MHz entre as operadoras, porque alguma teria que ficar com apenas 10 MHz.
http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=12331&Itemid=105
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Rezende pede mais prazo para votar destinação da faixa de 2,5 GHz
A definição sobre a destinação da faixa de 2,5 GHz ficará para final de julho. Na reunião do Conselho Diretor da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) de hoje, o conselheiro João Rezende, que havia pedido vista da matéria na semana passada, solicitou a prorrogação até 30 de julho para se inteirar melhor do assunto.Outra decisão adiada foi a consulta do Ministério Público sobre Prestadora do Serviço de Distribuição de Sinais de TV por Meios Físicos – DISTV. A matéria, relatada pelo conselheiro Antonio Bedran, foi retirada de pauta em função do pedido de vista da conselheira Emília Ribeiro. Nesse processo, o Ministério Público quer saber se essa empresa, que funciona em São Paulo, pode continuar a transmitir os sinais abertos e fechados de TV para os seus cerca de 300 clientes. No primeiro voto, Emilia Ribeiro sugeriu a nulidade dessa licença, não sem antes garantir o amplo direito de defesa da empresa. Bedran, em seu voto, reconheceu o direito da operadora.O Conselho Diretor da Anatel fará recesso até 21 de julho, em função de férias de alguns conselheiros.(Da redação)
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quarta-feira, 24 de junho de 2009
Anatel começa a estudar faixa de 1,5 GHz para banda larga
Por Fatima Fonseca
23 de junho de 2009
A Anatel iniciou os estudos para usar também a faixa de frequência de 1,5 GHz para a banda larga, conforme informou hoje Maximiliano Martinhão, gerente geral de Certificação e Engenharia de Espectro da Anatel, que participa do 18º Encontro Tele.Síntese, realizado pela Momento Editorial. Segundo ele, embora essa faixa ainda não tenha sido harmonizada pela UIT, já existem algumas aplicações, como nos Estados Unidos, onde é usada para serviços de banda larga, porém, em parceria com o serviço de satélite; e no Oriente Médio.
No Brasil hoje essa faixa é ocupada para serviços corporativos, ponto-a- ponto e a demanda para sua destinação para a banda partiu da indústria. Max não revelou quais as empresas interessadas, mas, sabe-se que a Nextwave e a nacional WxBR estão entre as empresas que defendem o uso da faixa para banda larga.
Em sua apresentação, Martinhão comentou que, para atender a crescente demanda por acessos banda larga (as estimativas são de que, em 2018, os acessos totais de SMP ultrapassem 250 milhões e a banda larga móvel chegue a casa dos 120 milhões de clientes) é preciso otimizar o uso de frequências. Segundo Martinhão, os estudos da agência indicam que para as aplicações de banda larga no SMP serão necessários 780 MHz em 2010; 980 MHz em 2015; e 1060 MHz em 2020.
“Se não houver espectro, as aplicações e downloads terão que ser limitados, haverá aumento do custo operacional e dos custos de serviços ao consumidor, o que pode levar a uma redução de investimentos e menor competição”, comentou, defendendo que, por essas razões, é importante antecipar a demanda dos diversos setores.
23 de junho de 2009
A Anatel iniciou os estudos para usar também a faixa de frequência de 1,5 GHz para a banda larga, conforme informou hoje Maximiliano Martinhão, gerente geral de Certificação e Engenharia de Espectro da Anatel, que participa do 18º Encontro Tele.Síntese, realizado pela Momento Editorial. Segundo ele, embora essa faixa ainda não tenha sido harmonizada pela UIT, já existem algumas aplicações, como nos Estados Unidos, onde é usada para serviços de banda larga, porém, em parceria com o serviço de satélite; e no Oriente Médio.
No Brasil hoje essa faixa é ocupada para serviços corporativos, ponto-a- ponto e a demanda para sua destinação para a banda partiu da indústria. Max não revelou quais as empresas interessadas, mas, sabe-se que a Nextwave e a nacional WxBR estão entre as empresas que defendem o uso da faixa para banda larga.
Em sua apresentação, Martinhão comentou que, para atender a crescente demanda por acessos banda larga (as estimativas são de que, em 2018, os acessos totais de SMP ultrapassem 250 milhões e a banda larga móvel chegue a casa dos 120 milhões de clientes) é preciso otimizar o uso de frequências. Segundo Martinhão, os estudos da agência indicam que para as aplicações de banda larga no SMP serão necessários 780 MHz em 2010; 980 MHz em 2015; e 1060 MHz em 2020.
“Se não houver espectro, as aplicações e downloads terão que ser limitados, haverá aumento do custo operacional e dos custos de serviços ao consumidor, o que pode levar a uma redução de investimentos e menor competição”, comentou, defendendo que, por essas razões, é importante antecipar a demanda dos diversos setores.
Telefônica aceita acomodação de operadoras na faixa de 2,5 GHz
Por Miriam Aquino
23 de junho de 2009
O diretor de regulamentação da Telefônica, Marcos Bafuto, afirmou hoje, durante o 18º Encontro Tele.Síntese, que é possível haver uma acomodação de interesses na ocupação da faixa de 2,5 GHz (hoje integralmente destinada ao MMDS, mas pleiteada pelas operadoras de celular), decisão que está para ser tomada pela Anatel. "Pode haver uma acomodação de operadoras atuais e futuras, mas o órgão regulador não pode inviabilizar quem já está no mercado ", afirmou. A Telefônica é sócia da Vivo, que demanda mais banda para a telefonia móvel e da TVA, que argumenta necessitar de todo o espectro para oferecer serviços de vídeo e de banda larga.
Para Bafuto, maior flexibilização regulatória pode levar a maior eficiência do espectro. Alertou que a ocupação da faixa de 700 MHz (hoje destinada à TV aberta) obrigará a uma ampla discussão de todos os envolvidos, já que o Brasil tem um modelo único de repetidoras de TV.
23 de junho de 2009
O diretor de regulamentação da Telefônica, Marcos Bafuto, afirmou hoje, durante o 18º Encontro Tele.Síntese, que é possível haver uma acomodação de interesses na ocupação da faixa de 2,5 GHz (hoje integralmente destinada ao MMDS, mas pleiteada pelas operadoras de celular), decisão que está para ser tomada pela Anatel. "Pode haver uma acomodação de operadoras atuais e futuras, mas o órgão regulador não pode inviabilizar quem já está no mercado ", afirmou. A Telefônica é sócia da Vivo, que demanda mais banda para a telefonia móvel e da TVA, que argumenta necessitar de todo o espectro para oferecer serviços de vídeo e de banda larga.
Para Bafuto, maior flexibilização regulatória pode levar a maior eficiência do espectro. Alertou que a ocupação da faixa de 700 MHz (hoje destinada à TV aberta) obrigará a uma ampla discussão de todos os envolvidos, já que o Brasil tem um modelo único de repetidoras de TV.
Oi quer manter faixa de 3,5 GHz para serviços fixos
Por Fatima Fonseca
23 de junho de 2009
A manutenção da faixa de frequência de 3,5 GHz (hoje destinada aos serviços fixos STFC e SCM) foi defendida hoje pelo executivo Francisco Carlos Monteiro, da diretoria de Planejamento e Estratégia da Oi, durante o 18º Encontro Tele.Síntese, realizado pela Momento Editorial. Ele sugeriu, ainda, que a licitação seja realizada sem restrição de participação e que os preços praticados sejam isonômicos em todas as obrigações possíveis associadas.
“É urgente definir a alocação dessa faixa (3,5 GHz) e alocar a banda de 2,5 GHz para o SMP, mas com algumas condições”, sugeriu Monteiro. Essas condições, segundo ele, são o amadurecimento da tecnologia, respeitar os contratos existentes (hoje essa faixa é usada pelo MMDS) e a disponibilização de banda suficiente para acomodar pelo menos quatro competidores por localidade. “Esta condição é fundamental, pois a história do SMP no Brasil é de competição”, afirmou.
Para Monteiro, a alocação da radiofreqüência deve priorizar os serviços e aplicações mais relevantes para o desenvolvimento do país e seguir as recomendações de adoção da UIT.
Claro: decisão fundamentada.
O diretor de regulamentação da Claro, Luiz Otávio Marcondes, que participou do mesmo debate, disse que sua expectativa é de que a Anatel tome uma decisão sobre a destinação da faixa de 2,5 GHz “bem fundamentada”, repetindo o que fez quando definiu o uso da faixa de 1,8 GHz para o SMP. “O desenvolvimento do SMP no país foi tão expressivo devido à definição da faixa de 1,8 GHz tomada pela Anatel em 2000. Foi uma decisão corajosa, bem fundamentada e espero que isto se repita na decisão que a agência vai tomar agora”, comentou.
Marcondes lembrou que a faixa de 2,5 GHz é harmonizada globalmente, o que permite a disponibilização de equipamentos interoperáveis, com redução de custo para o usuário final.
23 de junho de 2009
A manutenção da faixa de frequência de 3,5 GHz (hoje destinada aos serviços fixos STFC e SCM) foi defendida hoje pelo executivo Francisco Carlos Monteiro, da diretoria de Planejamento e Estratégia da Oi, durante o 18º Encontro Tele.Síntese, realizado pela Momento Editorial. Ele sugeriu, ainda, que a licitação seja realizada sem restrição de participação e que os preços praticados sejam isonômicos em todas as obrigações possíveis associadas.
“É urgente definir a alocação dessa faixa (3,5 GHz) e alocar a banda de 2,5 GHz para o SMP, mas com algumas condições”, sugeriu Monteiro. Essas condições, segundo ele, são o amadurecimento da tecnologia, respeitar os contratos existentes (hoje essa faixa é usada pelo MMDS) e a disponibilização de banda suficiente para acomodar pelo menos quatro competidores por localidade. “Esta condição é fundamental, pois a história do SMP no Brasil é de competição”, afirmou.
Para Monteiro, a alocação da radiofreqüência deve priorizar os serviços e aplicações mais relevantes para o desenvolvimento do país e seguir as recomendações de adoção da UIT.
Claro: decisão fundamentada.
O diretor de regulamentação da Claro, Luiz Otávio Marcondes, que participou do mesmo debate, disse que sua expectativa é de que a Anatel tome uma decisão sobre a destinação da faixa de 2,5 GHz “bem fundamentada”, repetindo o que fez quando definiu o uso da faixa de 1,8 GHz para o SMP. “O desenvolvimento do SMP no país foi tão expressivo devido à definição da faixa de 1,8 GHz tomada pela Anatel em 2000. Foi uma decisão corajosa, bem fundamentada e espero que isto se repita na decisão que a agência vai tomar agora”, comentou.
Marcondes lembrou que a faixa de 2,5 GHz é harmonizada globalmente, o que permite a disponibilização de equipamentos interoperáveis, com redução de custo para o usuário final.
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Presidente da Telefônica não é contra as celulares na disputa pela faixa de 2,5 GHz
Por Miriam Aquino
18 de junho de 2009
Na acirrada disputa que se trava no Brasil entre as empresas de TV por assinatura por MMDS e as operadoras de celular em torno da frequência de 2,5 GHz (hoje destinada para a TV paga) o presidente da Telefônica, Antônio Carlos Valente, afirmou ao Tele.Síntese que não há divergências entre a sua empresa e a Vivo, sua coligada, que defende a destinação de toda a faixa de 2,5 GHz para a telefonia celular. "A Telefônica jamais vai ser contra as operadoras de celular, até porque somos controladores de uma delas", afimou o executivo.
A difícil situação pela qual se encontra a Telefônica nessa discussão, que será decidida pela Anatel, é que de um lado controla, juntamente com a Portugal Telecom, a Vivo, que afirma precisar de mais frequência para oferecer serviços de banda larga para a população brasileira; e de outro lado, é dona da TVA, operadora de MMDS, que detém 190 MHz e gostaria de usar a faixa para oferecer banda larga com a tecnologia WiMAX. Para Valente, o melhor seria que a Anatel encontrasse uma solução que atendesse o interesse de todos.
Há uma proposta em estudo pela agência na qual as operadoras de MMDS perderiam mais banda do que havia sido sugerido anteriormente. Dos 190 MHz disponíveis, a agência manteria 80 MHz para as operadoras de TV paga, reservando os demais 110 MHz para as empresas de celular. Na primeira proposta, que já havia provocado reação dos atuais players de TV paga, a agência queria retirar apenas 80 MHz da TV paga. As celulares argumentam, no entanto, que a destinação de 80 MHz é muito pouco (pois só daria espaço para quatro players com 20 MHz) para empresas que têm milhões de usuários e precisam atender a forte demanda por acesso à internet. E acirram a campanha por ter direito a todo o espectro. Mas ficariam satisfeitas com 140 MHz.
O presidente da Net Serviços, José Antonio Félix, afirma, por sua vez, que a sua empresa ocupa toda a banda para oferecer serviços de TV paga, conforme determinam as regras da agência, e que não poderia abrir mão os 190 MHz. A Net tem operações de MMDS em Porto Alegre, Curitiba e Recife.
http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=12232&Itemid=105
18 de junho de 2009
Na acirrada disputa que se trava no Brasil entre as empresas de TV por assinatura por MMDS e as operadoras de celular em torno da frequência de 2,5 GHz (hoje destinada para a TV paga) o presidente da Telefônica, Antônio Carlos Valente, afirmou ao Tele.Síntese que não há divergências entre a sua empresa e a Vivo, sua coligada, que defende a destinação de toda a faixa de 2,5 GHz para a telefonia celular. "A Telefônica jamais vai ser contra as operadoras de celular, até porque somos controladores de uma delas", afimou o executivo.
A difícil situação pela qual se encontra a Telefônica nessa discussão, que será decidida pela Anatel, é que de um lado controla, juntamente com a Portugal Telecom, a Vivo, que afirma precisar de mais frequência para oferecer serviços de banda larga para a população brasileira; e de outro lado, é dona da TVA, operadora de MMDS, que detém 190 MHz e gostaria de usar a faixa para oferecer banda larga com a tecnologia WiMAX. Para Valente, o melhor seria que a Anatel encontrasse uma solução que atendesse o interesse de todos.
Há uma proposta em estudo pela agência na qual as operadoras de MMDS perderiam mais banda do que havia sido sugerido anteriormente. Dos 190 MHz disponíveis, a agência manteria 80 MHz para as operadoras de TV paga, reservando os demais 110 MHz para as empresas de celular. Na primeira proposta, que já havia provocado reação dos atuais players de TV paga, a agência queria retirar apenas 80 MHz da TV paga. As celulares argumentam, no entanto, que a destinação de 80 MHz é muito pouco (pois só daria espaço para quatro players com 20 MHz) para empresas que têm milhões de usuários e precisam atender a forte demanda por acesso à internet. E acirram a campanha por ter direito a todo o espectro. Mas ficariam satisfeitas com 140 MHz.
O presidente da Net Serviços, José Antonio Félix, afirma, por sua vez, que a sua empresa ocupa toda a banda para oferecer serviços de TV paga, conforme determinam as regras da agência, e que não poderia abrir mão os 190 MHz. A Net tem operações de MMDS em Porto Alegre, Curitiba e Recife.
http://www.telesintese.ig.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=12232&Itemid=105
Com a chegada de Rezende, pedidos de vista adiam temas importantes da pauta da Anatel
Além da consulta sobre 2,5 GHz, regulamento de uso eficiente e caso TIM/Telefónica continuam indefinidos.
A reunião do conselho diretor desta quinta-feira, 18, foi marcada pelo adiamento na votação de temas importantes, como já era esperado. A proposta de consulta pública sobre novas condições de uso para a faixa de 2,5 GHz sai da pauta por pedido de vista do conselheiro João Rezende, que já havia avisado da necessidade de se inteirar do assunto antes da votação.
O conselheiro, que tomou posse no dia anterior, também pediu vista ao processo que envolve a aprovação da Anatel acerca das medidas impostas pelo órgão para permitir a entrada da Telefónica no capital da Telecom Itália, e consequente controle indireto da TIM do Brasil. Aprovada em 2007, a transação foi sujeita a um conjunto de 28 restrições para garantir autonomia das operações da Vivo e da TIM no Brasil. O relatório de cumprimento do acordo foi entregue pela empresa no ano passado, mas ainda carece de aprovação do conselho.
Outro tema importante, envolvendo a aprovação da proposta de novo regulamento para avaliação de uso eficiente do espectro também continua indefinido por um pedido de prorrogação do conselheiro Plínio de Aguiar.
http://www.telecomonline.com.br/noticias/com-a-chegada-de-rezende-pedidos-de-vista-adiam-temas-importantes-da-pauta-da-anatel
A reunião do conselho diretor desta quinta-feira, 18, foi marcada pelo adiamento na votação de temas importantes, como já era esperado. A proposta de consulta pública sobre novas condições de uso para a faixa de 2,5 GHz sai da pauta por pedido de vista do conselheiro João Rezende, que já havia avisado da necessidade de se inteirar do assunto antes da votação.
O conselheiro, que tomou posse no dia anterior, também pediu vista ao processo que envolve a aprovação da Anatel acerca das medidas impostas pelo órgão para permitir a entrada da Telefónica no capital da Telecom Itália, e consequente controle indireto da TIM do Brasil. Aprovada em 2007, a transação foi sujeita a um conjunto de 28 restrições para garantir autonomia das operações da Vivo e da TIM no Brasil. O relatório de cumprimento do acordo foi entregue pela empresa no ano passado, mas ainda carece de aprovação do conselho.
Outro tema importante, envolvendo a aprovação da proposta de novo regulamento para avaliação de uso eficiente do espectro também continua indefinido por um pedido de prorrogação do conselheiro Plínio de Aguiar.
http://www.telecomonline.com.br/noticias/com-a-chegada-de-rezende-pedidos-de-vista-adiam-temas-importantes-da-pauta-da-anatel
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Banda larga 3G: confira os pacotes de acesso disponíveis no Brasil





Por Daniela Braun editora executiva do IDG Now!
Publicada em 07 de maio de 2009 às 07h00
Atualizada em 14 de maio de 2009 às 12h05
São Paulo - Compare velocidades, franquia de dados, mensalidades e preços de modems oferecidos pelas operadoras Claro, CTBC, Oi, Tim e Vivo.
Seja para quem busca uma opção móvel à banda larga fixa (via ADSL ou cabo) ou para quem anseia por sair do acesso discado, o Brasil conta com uma oferta ampla de serviços de acesso 3G para todos os bolsos e perfis de acesso.
Antes de tomar sua decisão, confira este guia feito pelo IDG Now! com informações como velocidades, franquia de dados, mensalidades e preços de modems oferecidos nos planos de banda larga 3G das operadoras Claro, CTBC, Oi, Tim e Vivo.
(http://idgnow.uol.com.br/telecom/2009/05/07/banda-larga-3g-confira-os-pacotes-de-acesso-disponiveis-no-brasil)
Banda larga 3G: conheça as ofertas de portáteis com modem embutido
Por Evelin Ribeiro, repórter do IDG Now!
Publicada em 18 de junho de 2009 às 07h00
São Paulo - Confira as vantagens e desvantagens dos portáteis com modem 3G embarcado e saiba se eles são uma boa opção para suas necessidades.
Há algum tempo os modems 3G começaram a tomar lugar das placas PCMCIA para a conexão móvel de notebooks à internet. Mas o dispositivo que fica “pendurado” no computador portátil, ou mesmo conectado à entrada USB como um pen drive, também está evoluindo. A tendência é vermos cada vez mais laptops oferecidos com o modem embarcado.
O analista de telecomunicações da consultoria IDC Brasil, Vinicius Caetano, acredita que o modem 3G já embutido no laptop vai se popularizar ainda mais no Brasil, e não apenas sendo comercializado pelas operadoras como ocorre atualmente. “Os fabricantes, no futuro, começarão a fazer todos os seus computadores portáteis com modems embutidos”, afirmou o especialista. “Esses computadores já existem no varejo. No começo serão modelos mais caros do que os portáteis sem modem, mas serão barateados aos poucos”, acrescentou.
Caetano explica que, assim como hoje temos uma entrada USB, os computadores terão entrada para o sim card (cartão com chip) da operadora, como se fosse um celular - você pode comprar o aparelho com o fabricante e o chip com a operadora de telefonia.
Por enquanto, apenas duas operadoras no Brasil oferecem notebooks e netbooks - pequenos notebooks com capacidade de acessar a internet e usar aplicativos básicos - com o modem 3G embutido.
A Tim mantém uma parceria com a HP pela qual oferece três modelos de notebook. O Pavilion dv4 1130 e o Pavilion dv4 1150, para o consumidor final, e o Compaq 6710b, apenas para clientes corporativos da operadora.
Para os dois modelos do varejo, a Tim oferece desconto de 500 reais na compra do notebook atrelado ao plano de internet móvel 3G com velocidade de 1 Megabits por segundo (Mbps). Com isso, o modelo 1130 sai por 2.999 reais. Em outros planos, ele custaria 3.499 reais. Já o modelo 1150 custa, com o plano, 3.499 reais. Sem o plano, fica em 3.999 reais.
O modelo corporativo Compaq 6710b não recebe desconto e custa 2.999.
A Vivo comercializa dois modelos de netbook com modem embarcado. O primeiro é o Mobo 3G, da Positivo, que custa 1.699 reais, independentemente do plano contratado. Já o LG X110 possui um preço diferente para cada plano contratado, conforme a tabela abaixo.


Banda larga 3G: conheça as ofertas de portáteis com modem embutido
Todos os notebooks ou netbooks oferecidos pelas operadoras com modem 3G embarcado são bloqueados, mas o desbloqueio segue as mesmas regras dos aparelhos de celular.
O fator preço
Apesar dos subsídios oferecidos pelas operadoras para a compra dos portáteis com modem embarcado, o preço dos computadores (à vista) tem o acréscimo do valor do modem 3G. O LG X110, por exemplo, sem o modem 3G, custa nas lojas do varejo 1.849 reais, segundo a fabricante. O preço do modelo com modem oferecido pela Vivo pode variar de 1.799 reais, subsidiado pelo plano de 119,90 reais por mês, a 2.599 reais.
Já a HP afirma que todos os modelos vendidos em parceria com a Tim também estão no mercado, mas não há a opção sem modem como no caso do netbook LG X110. O que o cliente pode fazer é optar por usar ou não o chip da operadora. Mesmo assim, os preços são um pouco mais baixos que o oferecido pela Tim, quando não considerados os descontos do plano contratado.
O HP Pavilion 1130, por exemplo, custa 3.199 reais (com a Tim ele pode chegar a 3.499 reais) e o modelo 1150 custa 3.599 reais (pela Tim, o equipamento sai por 3.999 reais). Com os subsídios, em todos os casos acima, o portátil fica mais barato sendo comprado atrelado à operadora que avulso no mercado.
A Positivo afirma que o preço de seu Mobo 3G é o mesmo - 1.699 reais - tanto na compra pela Vivo quanto em varejistas.
Vantagens e desvantagens
O analista da IDC Brasil aponta que uma das desvantagens do modem 3G embarcado é a impossibilidade de usar a internet em diferentes computadores. “O mesmo modem que o usuário coloca no netbook quando está na rua pode ser usado no desktop quando ele chega em casa”, lembra.
Mas, para quem estiver decidido que a conexão será realmente apenas para o computador portátil, o modem embutido elimina o empecilho de precisar carregar mais um dispositivo pendurado no laptop. “É óbvio que a conexão móvel nunca será tão confiável quanto a fixa, mas é a melhor opção para quem precisa de mobilidade”, lembrou.
Caetano finaliza dizendo que a navegação na internet móvel é grande tendência no Brasil e a rede 3G realmente está chegando mais para os computadores portáteis que para o celular. “É a necessidade de cada usuário que vai determinar se o modem 3G embutido é vantajoso ou não”, finaliza.
(http://idgnow.uol.com.br/telecom/2009/06/17/banda-larga-3g-conheca-as-ofertas-de-portateis-com-modem-embutido)
Publicada em 18 de junho de 2009 às 07h00
São Paulo - Confira as vantagens e desvantagens dos portáteis com modem 3G embarcado e saiba se eles são uma boa opção para suas necessidades.
Há algum tempo os modems 3G começaram a tomar lugar das placas PCMCIA para a conexão móvel de notebooks à internet. Mas o dispositivo que fica “pendurado” no computador portátil, ou mesmo conectado à entrada USB como um pen drive, também está evoluindo. A tendência é vermos cada vez mais laptops oferecidos com o modem embarcado.
O analista de telecomunicações da consultoria IDC Brasil, Vinicius Caetano, acredita que o modem 3G já embutido no laptop vai se popularizar ainda mais no Brasil, e não apenas sendo comercializado pelas operadoras como ocorre atualmente. “Os fabricantes, no futuro, começarão a fazer todos os seus computadores portáteis com modems embutidos”, afirmou o especialista. “Esses computadores já existem no varejo. No começo serão modelos mais caros do que os portáteis sem modem, mas serão barateados aos poucos”, acrescentou.
Caetano explica que, assim como hoje temos uma entrada USB, os computadores terão entrada para o sim card (cartão com chip) da operadora, como se fosse um celular - você pode comprar o aparelho com o fabricante e o chip com a operadora de telefonia.
Por enquanto, apenas duas operadoras no Brasil oferecem notebooks e netbooks - pequenos notebooks com capacidade de acessar a internet e usar aplicativos básicos - com o modem 3G embutido.
A Tim mantém uma parceria com a HP pela qual oferece três modelos de notebook. O Pavilion dv4 1130 e o Pavilion dv4 1150, para o consumidor final, e o Compaq 6710b, apenas para clientes corporativos da operadora.
Para os dois modelos do varejo, a Tim oferece desconto de 500 reais na compra do notebook atrelado ao plano de internet móvel 3G com velocidade de 1 Megabits por segundo (Mbps). Com isso, o modelo 1130 sai por 2.999 reais. Em outros planos, ele custaria 3.499 reais. Já o modelo 1150 custa, com o plano, 3.499 reais. Sem o plano, fica em 3.999 reais.
O modelo corporativo Compaq 6710b não recebe desconto e custa 2.999.
A Vivo comercializa dois modelos de netbook com modem embarcado. O primeiro é o Mobo 3G, da Positivo, que custa 1.699 reais, independentemente do plano contratado. Já o LG X110 possui um preço diferente para cada plano contratado, conforme a tabela abaixo.


Banda larga 3G: conheça as ofertas de portáteis com modem embutido
Todos os notebooks ou netbooks oferecidos pelas operadoras com modem 3G embarcado são bloqueados, mas o desbloqueio segue as mesmas regras dos aparelhos de celular.
O fator preço
Apesar dos subsídios oferecidos pelas operadoras para a compra dos portáteis com modem embarcado, o preço dos computadores (à vista) tem o acréscimo do valor do modem 3G. O LG X110, por exemplo, sem o modem 3G, custa nas lojas do varejo 1.849 reais, segundo a fabricante. O preço do modelo com modem oferecido pela Vivo pode variar de 1.799 reais, subsidiado pelo plano de 119,90 reais por mês, a 2.599 reais.
Já a HP afirma que todos os modelos vendidos em parceria com a Tim também estão no mercado, mas não há a opção sem modem como no caso do netbook LG X110. O que o cliente pode fazer é optar por usar ou não o chip da operadora. Mesmo assim, os preços são um pouco mais baixos que o oferecido pela Tim, quando não considerados os descontos do plano contratado.
O HP Pavilion 1130, por exemplo, custa 3.199 reais (com a Tim ele pode chegar a 3.499 reais) e o modelo 1150 custa 3.599 reais (pela Tim, o equipamento sai por 3.999 reais). Com os subsídios, em todos os casos acima, o portátil fica mais barato sendo comprado atrelado à operadora que avulso no mercado.
A Positivo afirma que o preço de seu Mobo 3G é o mesmo - 1.699 reais - tanto na compra pela Vivo quanto em varejistas.
Vantagens e desvantagens
O analista da IDC Brasil aponta que uma das desvantagens do modem 3G embarcado é a impossibilidade de usar a internet em diferentes computadores. “O mesmo modem que o usuário coloca no netbook quando está na rua pode ser usado no desktop quando ele chega em casa”, lembra.
Mas, para quem estiver decidido que a conexão será realmente apenas para o computador portátil, o modem embutido elimina o empecilho de precisar carregar mais um dispositivo pendurado no laptop. “É óbvio que a conexão móvel nunca será tão confiável quanto a fixa, mas é a melhor opção para quem precisa de mobilidade”, lembrou.
Caetano finaliza dizendo que a navegação na internet móvel é grande tendência no Brasil e a rede 3G realmente está chegando mais para os computadores portáteis que para o celular. “É a necessidade de cada usuário que vai determinar se o modem 3G embutido é vantajoso ou não”, finaliza.
(http://idgnow.uol.com.br/telecom/2009/06/17/banda-larga-3g-conheca-as-ofertas-de-portateis-com-modem-embutido)
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