terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Entrevista Olhar Digital em 04/02/09
WiMAX - Benedito Fayan e Motorola
http://olhardigital.uol.com.br/central_de_videos/video_wide.php?id_conteudo=7470

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Celulares pedem pedaço da faixa de 2,5 GHz e venda em leilão

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009, 19h38


publicidadeO término da consulta pública sobre a renovação da licença de uso de espectro para o serviço de MMDS expôs, de forma transparente, as disputas que estão se desenhando em relação ao uso do espectro. Duas operadoras de telefonia celular fizeram comentários por meio eletrônicos: Claro e TIM. Ambas foram enfáticas ao dizer que a renovação não deveria ser feita pelo prazo de 15 anos enquanto a Anatel não fizer a prometida revisão da Resolução 429/2006, que trata da faixa de 2,5 GHz. A proposta é para que a renovação seja por apenas seis meses, até que o futuro da faixa esteja definido.

As operadoras de MMDS e a Neotec (associação que representa as empresas do setor) também fizeram comentários, mas em meio impresso, de modo que os comentários não ficaram públicos imediatamente após o fim do prazo de consulta.

As operadoras móveis argumentaram com a necessidade de garantir espaço para a banda larga móvel e com a harmonização promovida pela UIT para uso da faixa de 2,5 GHz, incluindo entre os diferentes serviços previstos, incluindo telefonia celular. "A Claro entende como fundamental para o desenvolvimento dos serviços móveis no país a destinação de, no mínimo, 80 MHz ao SMP a partir de 2012, além da possibilidade de exploração secundária destas faixas, pelo SMP, até esta data", disse a empresa. Mais longe foi a TIM: "não seria justo que as atuais prestadoras de MMDS, que adquiriram suas outorgas originais a baixíssimo custo, tenham agora a possibilidade de renovar o direito de uso de uma grande quantidade de espectro nobre (190 MHz na faixa de 2,5 GHz), permitindo dessa forma, o desenvolvimento de novos serviços e aplicações, enquanto que as prestadoras de SMP, por outro lado, possuem o direito de usar no máximo 80 MHz e de forma bastante onerosa".

A GSM Association, que representa os interesses das empresas e fornecedores da tecnologia GSM, foi em linha parecida: "A proposta contida na presente consulta pública sobre a faixa de 2,5 GHz é completamente diferente dos planos da maioria dos países no mundo. Tal ação de forma unilateral irá prejudicar o crescimento das telecomunicações no Brasil por anos e impedir o acesso da sociedade brasileira a equipamentos de banda-larga produzidos em larga escala e a preços acessíveis".

Até mesmo a Telcomp, que representa operadoras competitivas de telecomunicações (incluindo a Net e a TVA, que têm licenças de MMDS e são diretamente interessadas na questão) se manifestou pelo adiamento da renovação. A associação entende que "antes da definição de uma prorrogação por tão longo prazo do uso de um bem tão escasso e útil, (...) a discussão deveria se tornar mais ampla e transparente" e pede a "definição de um plano coordenado de atribuição das faixas de radiofreqüência, com destaque para a promoção de concorrência entre as redes e baseada no princípio da não concentração de redes nas mãos de poucos grupos".

TIM, Telcomp a operadora de WiMax na faixa de 3,5 GHz Neovia se alinharam no argumento de que "toda e qualquer expansão dos serviços de MMDS devem ser acompanhadas de licitações públicas, já que o uso de radiofreqüência se dá sob um bem escasso e de interesse legítimo de diversos prestadores de serviços de telecomunicações", texto comum nos comentários das três.

A Qualcomm, fornecedor tradicional de equipamentos para a área de telefonia celular, diz que "há direito adquirido, apenas a prorrogação, caso a Anatel não tenha mudado as destinações do espectro", e lembra que a Resolução 429 "que destinou partes do espectro para o SCM", modificou substancialmente as potencialidades de uso desse espectro.

Interessados

Segundo apurou este noticiário, as empresas detentoras de licenças de MMDS basicamente estão preocupadas com o fato de a Anatel estar repetindo, nos termos de autorização, dispositivos já previstos em lei, como a possibilidade de a Anatel rever a destinação do espectro, e com as regras de pagamento pelo uso das frequências. Para os operadores, a Anatel não deve colocar critérios subjetivos como "potencial de mercado", mas sim se ater ao que determina a legislação e a regulamentação vigente. Os operadores lembram também que não é a outorga de MMDS que está sendo renovada, mas sim a licença de uso de espectro a ela associada.

Próximos passos

Na semana passada, técnicos da Anatel planejavam deixar pronta a análise da consulta pública para a próxima reunião do conselho no dia 12, de modo que uma decisão pudesse ser tomada antes do vencimento das licenças, dia 16 de fevereiro. Como o volume de contribuições não foi especialmente grande, é bem provável que o tema possa entrar esta semana na pauta do colegiado da agência.

A disputa pelo espectro de 2,5 GHz é tema da reportagem de capa da revista TELETIME de fevereiro, já em circulação.

Samuel Possebon

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=117746

Telefônica quer que 2,5 GHz fique como está

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009, 15h37
Mariana Mazza

publicidadeO presidente da Telefônica, Antônio Carlos Valente, defendeu nesta segunda-feira, 3, a tese de que a faixa de 2,5 GHz seja explorada pelos serviços de MMDS por meio da tecnologia WiMAX, ou seja, que a destinação dessas frequências permaneça como está. A Anatel estuda a possibilidade de colocar o SMP como prioritário na faixa, em detrimento do MMDS. Para Valente, não faz sentido reservar uma faixa para a prestação de serviços móveis que sequer estão disponíveis no mercado. "A destinação tem que ser a que é melhor para o mercado agora. No futuro, que se reavalie se for o caso". Ele defendeu ainda o tamanho do espectro reservado às licenças de MMDS, de 190 MHz. "Não podemos nos esquecer que com a introdução de canais em alta definição, é necessário mais espectro para o serviço".

Dono do MMDS adquirido da TVA, o Grupo Telefônica seria um dos grandes afetados pela mudança de destinação, apesar de a empresa ser também acionista relevante (50%) da Vivo, ao lado da Portugal Telecom. Assim, apesar dos benefícios para a Vivo que a mudança trará, a Telefônica fechou posição em defesa de suas operações de MMDS, por meio da TVA, focados na oferta de serviços de banda larga via WiMax.

Para isso, a Telefônica ainda tem um outro obstáculo antes mesmo da confirmação do projeto da Anatel para o futuro da faixa de 2,5 GHz. Está prevista na pauta do Conselho Diretor da Anatel a discussão da medida informal tomada pela agência no ano passado suspendendo a homologação e certificação de equipamentos WiMax usados na faixa de 2,5 GHz. A Telefônica chegou a encaminhar uma carta à Anatel pedindo a retomada da emissão dos certificados, alegando que a decisão criava problemas ao seu projeto de investimentos em banda larga.

Como a expectativa é que a agência reverta a ordem dada à área técnica, Valente preferiu não entrar em atrito com o órgão regulador. "Falar dos males do passado não resolvem os problemas do setor", afirmou o executivo, que não quis contabilizar o tamanho do prejuízo financeiro causado pela medida. Mesmo assim, Valente não nega que a decisão realmente foi problemática para a Telefônica. "Claramente houve um tipo de impacto com essa medida."

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=115856

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Anatel adia decisão sobre homologação de WiMax para 2,5 GHz

A Anatel continuará por mais um tempo sem certificar e homologar equipamentos com tecnologia WiMax para uso na faixa de 2,5 GHz. O assunto mais importante da pauta desta quarta-feira, 4, do Conselho Diretor da Anatel teve sua discussão adiada por um pedido de vistas do presidente, embaixador Ronaldo Sardenberg. A homologação desses equipamentos está suspensa há oito meses por uma ordem informal que partiu do conselho diretor da Anatel. O processo suspenso hoje contém um pedido da área técnica da agência para que, uma vez mantida a determinação, que o comando da Anatel a formalize por meio de um ato jurídico. A expectativa das empresas afetadas pela medida informal é que a autarquia retome o processo de certificação e homologação uma vez que o processo de revisão da faixa de 2,5 GHz está avançado na agência. Essa mudança regulatória seria o motivo da suspensão da homologação, que tem prejudicado empresas que possuem licenças de MMDS. Ao não certificar equipamentos de WiMax para a faixa de 2,5 GHz, a Anatel acaba impedindo o uso da tecnologia para a oferta de banda larga nessa faixa de radiofrequência. Para emitir o ato sugerido pela área técnica, a agência terá que justificar formalmente a manutenção da suspensão. Em entrevista à imprensa nessa terça-feira, 3, o presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente, admitiu que a companhia tem tido prejuízos com a falta da homologação. Dono da TVA, o grupo Telefônica chegou a encaminhar uma carta à Anatel afirmando que investimentos estão deixando de ser feitos por conta da falta de perspectiva de exploração de banda larga pela operadora de MMDS.

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=116156

Document Actions UQ Communications announces launch of mobile WiMAX network in Japan

UQ Communications announces plans to rollout a mobile WiMAX trial network this month to 3 Japanese cities. Subscribers will be able to access network free of charge during promotion period.

UQ Communications announced Tuesday plans to rollout a mobile WiMAX trial network to 3 Japanese cities. UQ Communications is a joint venture established by KDDI CORPORATION, Intel Capital Corporation, East Japan Railway Company, KYOCERA Corporation, Daiwa Securities Group Inc. and The Bank of Tokyo-Mitsubishi UFJ, Ltd. The mobile WiMAX network will use 30 MHZ of spectrum in the 2.5 GHz band. UQ's WiMax service will be available to users in Tokyo, Yokohama and Kawasaki for free starting on February 26, according to a notice posted on its Web site."We will start a test service, which covers the 23 wards of Tokyo, in February 2009," said Takashi Tanaka, president of UQ Communications. "We will also start our service in Nagoya as well as the Kyoto-Osaka-Kobe area in the early summer of 2009." The initial service will "use data cards," Tanaka said. "Then notebook PCs incorporating mobile WiMAX network capability are expected to emerge in the summer of 2009. MID (mobile internet devices) will become available after that." The free trials are scheduled to end June 30, 2009. UQ is promising to post WiMAX coverage updates on its web site.UQ's announcement sets the stage for a battle between mobile data services in Japan. Dominated by large cellular providers (e.g. NTT DoComo) for many years, the Japanese mobile data market has seen more and more competition in recent years, especially from operators targeting PC users. UQ plans to set up base stations much faster than cellular (3G+/4G) base stations can be constructed. Fujitsu has been selected as one of the companies supplying base stations.Beceem’s mobile WiMAX (802.16e) chips are enabling the USB dongles and PC cards developed by NEC Access Technica. "Beceem has worked very closely with NEC Access Technica, one of our key device partners for the WiMAX service launch," said Shuichi Kako, Senior Associate VP and GM, Sales Division of UQ Communications. "We have always been able to rely on NEC Access Technica and Beceem during the network deployment and device qualification, and the performance of their devices has reliably met, and in many cases exceeded, our demanding requirements."

http://www.wimax.com/commentary/blog/blog-2009/february/UQ-Communications-announces-launch-of-mobile-WiMAX-network-in-Japan-0204

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Homologação em 2,5 GHz pode ser retomada na próxima semana

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009, 19h01
Mariana Mazza

A decisão informal da Anatel de suspender as homologações e certificações de equipamentos que usem a tecnologia WiMAX na faixa de 2,5 GHz pode ter fim na próxima semana. A conselheira Emília Ribeiro levará para deliberação do conselho diretor uma proposta para a retomada imediata das análises dos equipamentos. Em princípio, a própria área técnica da Anatel defendia que este processo fosse encaminhado conjuntamente com o processo de revisão da destinação da faixa de 2,5 GHz. Mas, para a relatora, não há motivos para aguardar essa deliberação.

O processo em questão foi encaminhado pela área que cuida das certificações e homologações solicitando que o conselho posicione-se formalmente sobre a suspensão das emissões. O trabalho dessa equipe com relação aos produtos que funcionam com tecnologia WiMAX está suspenso há cerca de oito meses, a partir de uma indicação verbal do conselho que jamais foi formalizada.

Apesar do voto da relatora ser favorável à retomada, há chances de que os demais conselheiros defendam a suspensão pelo menos até a deliberação sobre a destinação da faixa de 2,5 GHz. Neste caso, seguindo a própria indicação encaminhada pela área técnica, o Conselho Diretor terá que formalizar esta decisão, com a publicação de um ato trazendo os motivos da suspensão.

Diversas empresas e fabricantes estão aguardando a retomada do trabalho de homologação dos equipamentos, especialmente a Telefônica, que já encaminhou inclusive uma carta à Anatel expondo a necessidade premente de que os certificados sejam liberados para que a companhia possa investir na expansão da rede de MMDS.

http://www.teletime.com.br/News.aspx?ID=115577